| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Glória, Ana Caroline Menezes da | - |
| dc.date.accessioned | 2022-06-16T01:17:49Z | - |
| dc.date.available | 2022-06-16T01:17:49Z | - |
| dc.date.issued | 2011-09-30 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/35526 | - |
| dc.description.abstract | This paper aims to discuss the management challenges inherent to CRAS
(equivalent to Social Service Assistance Reference Center) model from its interpretation
as a territorial model of social management. Its purpose is to contribute to the
recent discussion on the implementation and success of such a model. First CRAS
was installed in 2003 and today the more than 5000 units distributed throughout the
country are responsible for implementing nationally the basic social protection guidelines
of the Unified Social Assistance, approved in 2005. In order to support the proposed
discussion, this paper seeks to reconstruct the creation process of the CRAS
model, addressing peculiar attention to the Organic Law of Social Welfare, to identify
their innovation points, interpreting it as a territorial model of social management and
to present and discuss their major challenges according to the proposed interpretation,
by using CRAS from Salvador Metropolitan Region as a laboratory for discussion
and analysis. From this approach on, four management challenges, that are organized
around the understanding of the CRAS, emerges: (a) articulator of the social
goals multiplicity belonging to the same territory; (b) new cognitive and relational process
coordinator; (c) evaluator and trainer for its own actions and resources; and (d)
political activity locus. Then it was proposed a qualitative dimension to add to existing
Census CRAS quantitative dimensions with the users, planners and CRAS coordinators
participation. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.subject | Centro de Referência de Assistência Social | pt_BR |
| dc.subject | Monitoramento | pt_BR |
| dc.subject | Gestão Social | pt_BR |
| dc.subject.other | CRAS | pt_BR |
| dc.subject.other | Monitoring | pt_BR |
| dc.subject.other | Social management | pt_BR |
| dc.title | O CRAS como um modelo territorial de gestão social: proposta de um sistema de avaliação e monitoramento | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.referees | Rodrigues, Roberto Wagner da Silva | - |
| dc.publisher.program | Núcleo de Pós-Graduação em Administração (NPGA) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Boullosa, Rosana de Freitas | - |
| dc.contributor.referee1 | Boullosa, Rosana de Freitas | - |
| dc.contributor.referee2 | Borges, Maria Elizabeth Santana | - |
| dc.contributor.referee3 | Ribeiro, Elizabeth Matos | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1763558899418455 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta dissertação busca discutir os desafios de gestão que o modelo do Centro
de Referência de Assistência Social (CRAS) carrega consigo, a partir da sua interpretação
como um modelo territorial de gestão social, com o objetivo de contribuir
com a recente discussão sobre a implementação e êxito de tal modelo. Os primeiros
CRAS foram implantados em 2003 e, hoje, as mais de 5000 unidades distribuídas
pelo País são responsáveis por implementar nacionalmente as diretrizes da proteção
social básica do Sistema Único de Assistência Social, aprovado em 2005. Para subsidiar
a discussão proposta, busca-se reconstruir o processo de criação do modelo
CRAS, destinando uma particular atenção à Lei Orgânica da Assistência Social,
identificar os seus pontos de inovação, interpretá-lo como modelo territorial de gestão
social e apresentar e discutir seus principais desafios a luz da interpretação proposta
e utilizando os CRAS da Região Metropolitana de Salvador como laboratório
de discussão e análise. A partir desta abordagem, emergem quatro desafios de gestão
que se articulam em torno da compreensão do CRAS como: (a) articulador da
multiplicidade de objetivos sociais concernentes a um mesmo território; (b) coordenador
de novos processos cognitivos e relacionais; (c) avaliador e capacitador de
suas próprias ações e recursos; e (d) lócus de atividade política. Em seguida foi proposta
uma dimensão qualitativa para somar às dimensões quantitativas do Censo
CRAS já existente com a participação dos usuários, técnicos e coordenadores de
CRAS. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Administração | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (NPGA)
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