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dc.contributor.advisorRego, Rita de Cássia Franco-
dc.contributor.authorSeixas, Jacqueline Menezes-
dc.creatorSeixas, Jacqueline Menezes-
dc.date.accessioned2020-04-10T21:04:52Z-
dc.date.available2020-04-10T21:04:52Z-
dc.date.issued2020-04-10-
dc.date.submitted2012-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31805-
dc.description.abstractO trabalho da pesca artesanal/mariscagem é realizado de forma simples e com uso da força para a manipulação de instrumentos rudes na extração e beneficiamento dos mariscos. Estudos qualitativos mostram a presença de movimentos repetitivos e uso de posturas estressantes na realização das etapas da mariscagem que podem estar associadas à presença de distúrbios musculoesqueléticos. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo realizar um estudo epidemiológico para identificar a prevalência de queixas e distúrbios musculoesqueléticos (DME) nas regiões do pescoço, ombro e parte alta das costas e demandas físicas e psicossociais no trabalho da mariscagem. Demandas físicas foram avaliadas através do auto-registro das trabalhadoras, em uma escala numérica de seis pontos, com âncoras nas extremidades. Características individuais e atividades extra-laborais também foram investigadas. O distúrbio musculoesquelético foi definido como relato de dor ou desconforto em região de membros superiores e parte alta das costas nos últimos doze meses, com duração maior que uma semana ou frequência mínima mensal com grau de severidade maior ou igual a 3, em uma escala de 0 a 5. A população estudada foi composta pelas trabalhadoras da pesca artesanal de seis comunidades de Ilha de Maré, de Salvador-BA, que realizam a mariscagem como principal atividade ocupacional. Como instrumento de pesquisa foi utilizado um questionário padronizado e reconhecido que foi aplicado pela autora e por uma equipe de entrevistadores devidamente treinados. Verificou-se um percentual de 52,5% de DME na região do pescoço, de 76% no ombro e na parte alta das costas de 79,2%, valor elevado considerando a especificidade dos critérios pré-estabelecidos para a definição de caso. Foi identificada alta prevalência de exposição a demandas físicas do trabalho nas etapas da coleta, transporte, lavagem, cozimento e cata. A partir dos resultados encontrados no presente estudo, aponta-se a necessidade de prover não só um ambiente físico com recursos adequados para a coleta e beneficiamento dos mariscos e orientações quanto às posturas realizadas, mas, também, estratégias que propiciem modificações nos aspectos da assistência à saúde destas populações reconhecendo as características do trabalho da pesca artesanal/marisqueira e as demandas físicas e psíquicas envolvidas que podem gerar adoecimento do sistema musculoesquelético.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDistúrbios musculoesqueléticospt_BR
dc.subjectLesão por esforço repetitivopt_BR
dc.subjectPescadores artesanaispt_BR
dc.subjectMariscos-pescapt_BR
dc.titleDistúbios múculoesqueléticos em pescadores artesanais marisqueiraspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesFernandes, Rita de Cássia Pereira-
dc.contributor.refereesDaltro, Gildásio-
dc.publisher.departamentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde, Ambiente e Trabalhopt_BR
dc.publisher.initialsPPGSATpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
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