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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/31274
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMacRae, Edward John Baptista das Neves-
dc.contributor.authorOliveira, Ciro Frederico Arão da Silva-
dc.creatorOliveira, Ciro Frederico Arão da Silva-
dc.date.accessioned2020-01-16T12:36:37Z-
dc.date.available2020-01-16T12:36:37Z-
dc.date.issued2019-
dc.date.submitted2019-11-01-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31274-
dc.description.abstractThe counterculture generation has aged. Aging and psychoactive consumption are the starting points for the meeting with the interlocutors of this research. Both dimensions addressed with respect to the dignity of these friends that I have known since the beginning of the research. I chose to describe in this ethnography the details of the practices and values associated with the intake of psychoactive preparations, with some friends who are aging in Salvador-BA and Natal-RN. Participant observation was an indispensable condition for this immersion, complemented by interviews. We accept that old age is understood as a process dependent on the symbolic field and even more on the biographical and generational markers of each one. We note that aging body management adds to the current challenges of their lives, yet the hallmarks of the 60s and 70s are still visible and lead our friends to think about age and its vicissitudes. We understand how psychoactive ingestion now gains new characteristics, on a continuum from the psychedelic adventures of counterculture to other modalities of use. We had access to how our friends were able to reconstruct their first experiences of altering consciousness and how to appropriate new modes of drug use. We present and discuss how this consumption is realized, which sociability networks are triggered and the meaning field of these practices. We analyzed the controls present in the regulation of this use and met people who could share the comprehensive possibility of this complex phenomenon.en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectPsicoativospt_BR
dc.subjectContraculturapt_BR
dc.subjectSalvador - BApt_BR
dc.subjectNatal - RNpt_BR
dc.titleEnvelhecimento psicoativo: práticas, sentidos e aspectos geracionais do consumo de drogaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesMotta, Alda Britto da-
dc.contributor.refereesMarques, Diego Ferreira-
dc.publisher.departamentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqantropologiapt_BR
dc.description.resumoA geração da contracultura envelheceu. O envelhecimento e o consumo de psicoativos são os pontos de partida para o encontro com os interlocutores dessa pesquisa. Ambas as dimensões tratadas com respeito à dignidade desses amigos que fui conhecendo desde o início da pesquisa. Optei por descrever nessa etnografia as minúcias das práticas e valores associados à ingestão de preparados psicoativos, com alguns amigos que estão envelhecendo em Salvador-BA e Natal-RN. A observação participante foi condição indispensável para essa imersão, complementadas por entrevistas. Admitimos que a velhice seja compreendida como um processo dependente do campo simbólico e mais ainda dos marcadores biográficos e geracionais de cada um. Observamos que a gestão do corpo envelhecendo, soma-se aos atuais desafios de suas vidas, todavia, as marcas das décadas de 60 e 70 ainda são visíveis e conduzem nossos amigos a pensar sobre a idade e suas vicissitudes. Entendemos como a ingestão de psicoativos ganha agora novas características, em um continuum desde as aventuras psicodélicas, próprias da contracultura, até outras diversas modalidades de uso. Tivemos acesso a como nossos amigos puderam reconstituir suas primeiras experiências de alteração de consciência e como se apropriam dos novos modos de uso de drogas. Apresentamos e discutimos como esse consumo é realizado, quais redes de sociabilidade são acionadas e o campo de significados dessas práticas. Analisamos os controles presentes na regulação desse uso e nos encontramos com pessoas que puderam compartilhar a possibilidade compreensiva desse fenômeno tão complexo.pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGA)

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