https://repositorio.ufba.br/handle/ri/24105| Tipo: | Dissertação |
| Título: | Sobrevida, Fatores De Risco Resposta Ao Tratamento Em Um Coorte De Indivíduos Infectados Pelo Hiv Por Transmissão Vertical Em Salvador, Brasil |
| Autor(es): | Lorenzo, Cynthia Rodamilans Serra |
| Autor(es): | Lorenzo, Cynthia Rodamilans Serra |
| Abstract: | Introdução: Desde o início da epidemia do HIV na infância, a morbimortalidade diminuiu dramaticamente, permitindo sobrevida longa com chegada à idade adulta. São estimadas atualmente 3,2 milhões de crianças até 15 anos vivendo com HIV/AIDS. Existem poucos trabalhos sobre sobrevida em crianças no Brasil, especialmente no nordeste. Objetivos: Estimar a sobrevida, fatores de risco para mortalidade e resposta à terapia antirretroviral (TARV), assim como comparar crianças com acesso precoce e tardio ao acompanhamento em um serviço de referência em Salvador, Brasil. Materiais e Métodos: Seguimos 245 crianças com infecção por transmissão vertical admitidas entre 2002-2014. Usamos curvas de Kaplan Meyer com teste de log-rank para descrever e comparar as diferenças, e Regressão de Cox para análise multivariada. Resultados: O tempo total de seguimento foi de 1584.4 pessoas/ano. A sobrevida geral foi de 83,9%. A taxa de mortalidade foi de 1,7 por 100 pessoas/ano. Pneumonia e sepses foram as principais causas de óbito. Estiveram associados à mortalidade na análise bivariada: sexo masculino, carga viral (CV) > 100.000 cópias/ml, imunossupressão severa, sintomatologia moderada/severa e história de infecção oportunista. Apenas sintomatologia permaneceu associada na análise multivariada (p=0,03). Não houve diferença na mortalidade entre os grupos de acesso precoce e tardio. No total, 217 pacientes receberam TARV; 192 tinham CV recente, dos quais 116 (59.8%) tinham CV < 400 cópias/ml. Variáveis associadas com falha terapêutica foram: CV≥100000 cópias/ml, menos imunossupressão, idade < 12 meses à admissão e idade < 3 anos ao início da TARV. Conclusões: Ainda temos uma taxa de mortalidade alta se comparada com países desenvolvidos. Embora acesso precoce não tenha impactado na mortalidade, detectamos uma tendência a favor de tratamento precoce como fator de proteção contra mortalidade. Precisamos incrementar adesão ao serviço e ao tratamento e melhores drogas para otimizar sobreviva e resposta virológica ao tratamento. |
| Palavras-chave: | Crianças HIV Sobrevida |
| CNPq: | Medicina 1 |
| País: | Brasil |
| Sigla da Instituição: | UFBA |
| metadata.dc.publisher.program: | Medicina em Saude |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24105 |
| Data do documento: | 2015 |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGMS) |
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| CYNTHIA-PPGMS-17-07-REV-Silvana.pdf | 1,81 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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