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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/23282
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorPinto, Wagner de Jesus-
dc.contributor.authorTreto, Rafael Ramón Rodriguez-
dc.contributor.authorCunha, Renildo Moura da-
dc.contributor.authorSouza, Mardelson Nery de-
dc.contributor.authorGutierrez, Luiz Aaron Silvério-
dc.creatorPinto, Wagner de Jesus-
dc.creatorTreto, Rafael Ramón Rodriguez-
dc.creatorCunha, Renildo Moura da-
dc.creatorSouza, Mardelson Nery de-
dc.creatorGutierrez, Luiz Aaron Silvério-
dc.date.accessioned2017-06-21T16:45:54Z-
dc.date.available2017-06-21T16:45:54Z-
dc.date.issued2016-01-
dc.identifier.citationPINTO, W. de J. et al. Atividade motora em camundongos submetidos a tratamento prévio com cloreto de magnésio (MgCl2 ) e clonazepam. Rev. Ciênc. Méd. Biol., Salvador, v. 15, n. 1, p. 62-67, jan./abr. 2016pt_BR
dc.identifier.issn2236-5222-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23282-
dc.description.abstractObjetivos: verificar o efeito do MgCl2, associado ou não ao clonazepam, sobre a atividade motora e relaxamento muscular esquelético em camundongos Swiss. Métodos: Camundongos Swiss foram submetidos a tratamento com diferentes doses de MgCl2 de forma única e combinadas com clonazepam no sentido de se determinar em diferentes tempos a resposta motora através do “teste de campo aberto”. O teste de campo aberto consiste em quantificar (através de piso quadriculado) o deslocamento do animal em uma “caixa de conduta”. Além disso, verificou-se nos animais de experimentação o relaxamento muscular mediante o teste da “grade metálica vertical” a fim de observar a conduta postural, locomoção na decida e sua fixação ou não à grade. Resultados: o MgCl2 em doses de 24,4 e 27,7mg de Magnésio/Kg de peso provocaram aumento da atividade motora na caixa de conduta. O MgCl2 (100 e 130mg/Kg) combinado com clonazepam (0,066mg/Kg) provocou redução na velocidade de queda da atividade motora em animais submetidos pela segunda vez à prova de “campo aberto” se opondo, em parte ao fenômeno normal de habituação ao ambiente. Provavelmente, a ação despolarizante do magnésio (Mg+2) seja responsável pelos resultados observados. No teste de miorelaxamento a resposta de todos os animais foi semelhante não apresentando, portanto, diferenças estatísticas. Conclusões: o MgCl2 (24,4 e 27,7mg de Magnésio/Kg de peso) bem como as doses de 100 e 130mg de MgCl2 /Kg de peso corporal combinadas com clonazepam, conduziram ao aumento da atividade motora. Provavelmente a ação despolarizante do íon Mg+2 seja o responsável por esses resultados. Não houve alterações na coordenação motora, no equilíbrio corporal nem da força muscular e tônus muscular esquelético.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherInstituto de Ciências da Saúde/Universidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sourcehttps://portalseer.ufba.br/index.php/cmbio/article/view/16113/11099pt_BR
dc.subjectCloreto de magnésio.pt_BR
dc.subjectAtividade motora.pt_BR
dc.subjectClonazepam.pt_BR
dc.subjectRelaxamento muscular.pt_BR
dc.titleAtividade motora em camundongos submetidos a tratamento prévio com cloreto de magnésio (MgCl2 ) e clonazepampt_BR
dc.title.alternativeRevista de Ciências Médicas e Biológicaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.localpubSalvadorpt_BR
dc.identifier.numberv.15, n. 1pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
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