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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/21307
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorAraújo, Fernando Antônio Glasner-
dc.contributor.authorPales, Erick Carvalho-
dc.creatorPales, Erick Carvalho-
dc.date.accessioned2017-02-06T13:40:21Z-
dc.date.available2017-02-06T13:40:21Z-
dc.date.issued2016-
dc.date.submitted2016-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/21307-
dc.description.abstractA Esclerose Sistêmica é uma doença crônica, multissistêmica, caracterizada por comprometimento vascular e fibrose cutânea e de órgãos internos, com evolução potencialmente fatal. Sua variada expressão clínica resulta da complexa interação fisiopatogênica de três elementos principais: a vasculopatia proliferativa, a desregulação imunológica e a deposição e remodelamento anormais da matriz extracelular (MEC), da qual resulta a fibrose característica da doença. Objetivos: descrever o perfil clínico e demográfico de pacientes acompanhados no ambulatório de Esclerose Sistêmica do Serviço de Reumatologia do Complexo Hospital Universitário Prof Edgard Santos. Metodologia: Estudo de corte transversal, em uma coorte prospectiva de pacientes com Esclerodermia Sistêmica (CORES) do Serviço de Reumatologia do Complexo HUPES/UFBA. A análise estatística será realizada utilizando-se o programa Statistical Package for the Social Sciences (IBM SPSS Statistics versão 20, 2010). Associação entre variáveis qualitativas será estudada pelo teste de qui quadrado ou exato de Fisher, quando indicado. Serão considerados significativos valores de p<0,05. Resultados: Características que podem ocorrer durante o curso da doença , por exemplo, úlceras de MMII , úlceras de pressão, acrosteólise , caquexia, sinovite articular, contratura articular , fricção de tendões , fibromialgia, proteinúria, anemia e insuficiência cardíaca foram mais comuns no grupo ESCd. Enquanto que sal com pimenta, calcinose subcutânea, telangectasias, Raynaud, úlceras digitais, fibrose pulmonar, artralgia, miosite, disacusia, parestesia, queixas esofágicas, gástricas e intestinais foram mais comuns em pacientes do grupo ESCl. A ocorrência do fenômeno de Raynaud foi elevada em ambos padrões, com 97% dos pacientes. Conclusões: Esclerose sistêmica confere um elevado risco de mortalidade, principalmente com envolvimento de órgãos internos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsclerose sistêmicapt_BR
dc.subjectEsclerodermia difusapt_BR
dc.subjectEsclerodermia limitadapt_BR
dc.titleAvaliação clínica e laboratorial de pacientes com esclerose sistêmicapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.refereesAraújo, Fernando Antônio Glasner-
dc.contributor.refereesNeves Junior, Murilo Pedreira-
dc.contributor.refereesKusterer, Liliane Elze Falcão Lins-
dc.publisher.departamentFaculdade de Medicina da UFBApt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Medicina (Faculdade de Medicina)

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