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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/20866
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorNeves Júnior, Murilo Pedreira-
dc.contributor.authorSantos, Felipe de Souza-
dc.creatorSantos, Felipe de Souza-
dc.date.accessioned2016-10-18T14:25:08Z-
dc.date.available2016-10-18T14:25:08Z-
dc.date.issued2016-
dc.date.submitted2016-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/20866-
dc.description.abstractPacientes terminais reportam que a vivência dos sintomas está entre as experiências mais angustiantes ao se aproximar do fim da vida. Em conjunto, estudos sugerem que pacientes terminais alcançam um estado de hidratação adequada com muito menos fluido que um paciente hígido necessitaria, e a hidratação exagerada pode levar a danos como aumento da produção de secreções pulmonar e gástrica, levando à congestão, náusea e vômitos. A escolha da hidratação artificial, se apropriada ou não, é considerada um dos problemas mais importantes na literatura médica. Devido à falta de consenso e à crescente necessidade de discutir gestão médica à luz da evidência científica, uma análise de estudos mais recentes faz-se necessária. Objetivos: Analisar e comparar os dados disponíveis na literatura acerca de pacientes com câncer terminal em hidratação artificial. Metodologia: Bancos de dados eletrônicos da MEDLINE via PubMed, EBSCO e SciELO foram pesquisados para identificar artigos que possuíssem evidências de benefício ou malefício da terapia de hidratação artificial em pacientes terminais oncológicos. Os filtros escolhidos foram: língua inglesa e portuguesa, estudos somente em seres humanos e trabalhos publicados desde 1990. Resultados: Dos 105 estudos encontrados, 4 foram selecionados para compor a revisão sistemática após comparação com os critérios de elegibilidade. Não há evidência científica que embase o emprego da hidratação artificial no paciente terminal com câncer nos mesmos moldes da hidratação artificial recomendada a um paciente da mesma idade, porém sem acometimentos oncológicos. Conclusão: São necessários novos estudos experimentais controlados na população de pacientes submetidos a cuidados paliativos para elucidação do seu real papel na amenização do sofrimentopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHidratação artificialpt_BR
dc.subjectCuidados paliativospt_BR
dc.subjectTerminal, câncerpt_BR
dc.titleHidratação artificial em pacientes oncológicos terminais – uma revisão sistemáticapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.refereesNeves Júnior, Murilo Pedreira-
dc.contributor.refereesAndré, Sumaia Boaventura-
dc.contributor.refereesAmaral Lopes, Selma Alves Valente do-
dc.publisher.departamentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.publisher.initialsFMBpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Medicina (Faculdade de Medicina)

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