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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/17903
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Gerluce Alves Pontes da-
dc.contributor.authorSilingowschi, Edimar Teodoro Mourão-
dc.creatorSilingowschi, Edimar Teodoro Mourão-
dc.date.accessioned2015-07-09T13:27:20Z-
dc.date.available2015-07-09T13:27:20Z-
dc.date.issued2015-07-09-
dc.date.submitted2015-01-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17903-
dc.description.abstractAs hemofilias representam cerca de 60% das coagulopatias hereditárias no Brasil. O Programa Nacional de Coagulopatias atende 10.923 pacientes, no país, por meio da implementação gradativa do tratamento das hemofilias, atuando em três principais eixos: a informação, estruturação dos serviços e o fornecimento de pró-coagulantes. Em 2011, foram instituídos os protocolos das profilaxias e da imunotolerância visando reduzir os episódios de hemorragias e suas complicações promovendo com isso melhoria da qualidade de vida nos pacientes com hemofilia. O estudo teve como objetivo avaliar a implantação dos protocolos das profilaxias e da imunotolerância para hemofilia no estado de Tocantins. Foram realizadas coletas de dados secundários e entrevistas com profissionais em dois serviços. A análise tomou como base o modelo lógico elaborado e a matriz de julgamento derivada do mesmo, considerando-se dimensões, critérios e padrões selecionados, relacionados à estrutura dos serviços, ao processo de trabalho e aos resultados alcançados. A implantação se mostrou intermediária (58%) no Ambulatório do Hemocentro Coordenador de Palmas e incipiente (44%) no Ambulatório do Hemocentro Regional de Araguaína. Alguns desafios precisam ser superados, como promover a melhoria da estrutura e dos processos de trabalho e a sensibilização dos pacientes e familiares demonstrando a importância do tratamento profilático. A interação da equipe multiprofissional, responsável pela implantação das profilaxias e imunotolerância, associada aos resultados positivos alcançados com os pacientes em tratamento, além da inclusão de mais pacientes no programa são avanços que apontam para a implantação das profilaxias e da imunotolerância no Estado. O investimento dos serviços estaduais na capacitação dos profissionais, o fortalecimento da comunicação com os pacientes, com enfoque na sensibilização destes para adesão ao tratamento, e a melhoria da estrutura dos serviços e processos de trabalho podem favorecer a implantação dos protocolos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos hemofílicos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAvaliaçãopt_BR
dc.subjectProtocolospt_BR
dc.subjectHemofiliapt_BR
dc.subjectProfilaxiapt_BR
dc.subjectEvaluationpt_BR
dc.subjectProtocolpt_BR
dc.subjectHemophiliapt_BR
dc.subjectProphylaxispt_BR
dc.titleImplantação dos protocolos de profilaxias e imunotolêrancia para a hemofilia no Estado do Tocantins.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesZanette, Angela Maria Dias-
dc.contributor.refereesVilasbôas, Ana Luiza Queiroz-
dc.publisher.departamentInstituto de Saúde Coletiva-ISCpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.publisher.initialsISC-UFBApt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.subject.cnpqSaúde Coletivapt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação de Mestrado Profissional (ISC)

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