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dc.contributor.advisorCruz Filho, Álvaro Augusto Souza da-
dc.contributor.authorGalvão, Larissa Fé Matos-
dc.creatorGalvão, Larissa Fé Matos-
dc.date.accessioned2015-05-05T12:33:40Z-
dc.date.available2015-05-05T12:33:40Z-
dc.date.issued2015-05-05-
dc.date.submitted2014-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17552-
dc.description.abstractA obesidade e a asma são morbidades muito prevalentes em nosso meio. Estudos têm demonstrado uma possível associação entre essas doenças. Entretanto, a literatura ainda é carente de trabalhos que analisem o ganho ponderal em pacientes com asma grave e correlacione essa variável com controle da asma e função pulmonar. Objetivos: Avaliar se há um ganho ponderal nos pacientes asmáticos graves acompanhados no Programa de Controle da Asma da Bahia (ProAR), assim como investigar se há relação entre o ganho ponderal e o controle da asma e a função pulmonar. Métodos: Essa possível associação foi investigada a partir de uma série de casos, com o total de 126 pacientes acompanhados no ambulatório central de referência do Programa para Controle da Asma na Bahia (ProAR). Foi analisado o ganho ponderal desses indivíduos entre o primeiro ano de acompanhamento e a última consulta realizada no ProAR. O controle da asma foi mensurado através do Questionário de Controle da Asma (ACQ) e a função pulmonar através do Volume Expiratório Forçado no 1º segundo (VEF). Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade 1 Federal da Bahia. Resultados: A maioria dos pacientes foi do gênero feminino (86,50%), com média de idade 55,45 (+ 12,65) anos, com tempo médio de acompanhamento no ProAR de 8,50 (± 2,80) anos. Houve um ganho ponderal de 4,39kg (± 8,50), com mediana de 3,56kg, com valor mínimo de -32,00kg e máximo de 35,80kg. Usando o questionário de controle da asma encontrou -se um escore médio de 1,25, com mediana de 1,16, com valor mínimo de 0 e máximo de 4,28, demonstrando que os pacientes possuem um controle da doença. A análise da função pulmonar revelou um VEF médio de 63,07% (± 17,46), o que é considerada obstrução moderada. 1 Segundo o teste Mann-Whitney a relação entre o ganho ponderal, o controle da asma e a função pulmonar não foi estatisticamente significante. Em relação à função pulmonar a média dos pacientes que tiveram ganho ponderal foi de 65,16% (±16,91), enquanto que o outro grupo foi de 61,81% (±17,61). Da mesma forma houve diferença entre as médias dos dois grupos com relação ao ACQ, que foi 1,37 (±0,97) para o grupo que teve aumento de peso e 1,09 (±1,08) para o outro. Conclusão:Foi verificado o aumento de peso nos pacientes analisadas. Não houve associação entre o ganho ponderal e as variáveis função pulmonar e controle da asma.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectObesidadept_BR
dc.subjectGanho Ponderalpt_BR
dc.subjectAsmapt_BR
dc.subjectFunção Pulmonarpt_BR
dc.subjectControlept_BR
dc.titleImpacto do ganho ponderal em adultos com asma gravept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.departamentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Medicina (Faculdade de Medicina)

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