| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Silva, Manoela Cristina Correia Carvalho da | - |
| dc.contributor.author | Christophe, Mariana da Costa | - |
| dc.creator | Christophe, Mariana da Costa | - |
| dc.date.accessioned | 2015-03-12T17:28:03Z | - |
| dc.date.available | 2015-03-12T17:28:03Z | - |
| dc.date.issued | 2015-03-12 | - |
| dc.date.submitted | 2014-12 | - |
| dc.identifier.other | TCC | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17151 | - |
| dc.description.abstract | A audiodescrição (AD) é uma modalidade de tradução intersemiótica que, através de palavras, torna conteúdos visuais acessíveis para pessoas cegas ou com baixa visão. Apesar de sempre ter existido como prática informal, a AD é uma atividade complexa, especialmente no caso da fotografia, que carece de pesquisas e diretrizes específicas. Com a regulamentação do exercício da profissão de audiodescritor pelo Projeto de Lei no5.156 de 2013 a importância da qualificação destes profissionais tornou-se ainda maior. Em vista disso, o presente trabalho visa investigar ADs de fotografias feitas por pessoas com e sem formação na área a fim de verificar como vem sendo realizada a AD de fotografias no Brasil e qual a influência da formação no produto final. Os critérios utilizados para tal surgiram docotejo das orientações para a AD de imagens estáticas presentes nos guias americanos Standards for Audio Description and Code of Professional Conduct for Describers (2007) e Audio Description Guidelines and Best Practices (2009), e no manual brasileiro Orientações para a Descrição de Imagem na Geração de Material Digital Acessível (2012), publicado pelo MEC. A observância de alguns poucos desses parâmetros pôde ser notada no trabalho de pessoas sem formação, porém, a ausência de conhecimento dos princípios elementares da AD e a falta de conhecimento sobre a linguagem fotográfica comprometeram a qualidade do produto final. No trabalho de pessoas com formação, por outro lado, foi possível perceber que, apesar de não existirem regras específicas para a AD de fotografia, o método de descrição apresenta certa uniformidade. Os profissionais mostraram também sensibilidade quanto à linguagem fotográfica e observaram a maioria dos princípios básicos para audiodescrição de fotografias que desenhamos. Concluímos, portanto, ressaltando a importância da formação para aqueles que desejem trabalhar com audiodescrição para que ao público não vidente sejam oferecidas ADs com a qualidade que o mesmo merece. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | AUDIO-DESCRIÇÃO | pt_BR |
| dc.subject | ACESSIBILIDADE | pt_BR |
| dc.subject | TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA | pt_BR |
| dc.subject | FOTOGRAFIA | pt_BR |
| dc.title | TRADUZINDO OLHARES: A INFLUÊNCIA DA FORMAÇÃO DO AUDIODESCRITOR NA AUDIODESCRIÇÃO DE FOTOGRAFIAS | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.publisher.departament | Instituto de Letras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | LETRAS | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Letras
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