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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15634
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorOliveira, Irismar Reis de-
dc.contributor.authorSantos, Curt Hemanny Menezes-
dc.creatorSantos, Curt Hemanny Menezes-
dc.date.accessioned2014-08-16T18:20:44Z-
dc.date.available2014-08-16T18:20:44Z-
dc.date.issued2014-08-16-
dc.date.submitted2013-12-09-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/15634-
dc.description.abstractIntrodução: A Terapia Cognitiva Processual (TCP) é um modelo de terapia modificado a partir da Terapia Cognitiva (TC). Uma das principais técnicas da TCP é o Registro de Pensamento Baseado no Processo (RPBP) ou simplesmente “Processo”, aplicado durante uma ou mais sessões. Trata-se de um registro com 7 colunas ou etapas, no qual o cliente simula um processo jurídico; nele coloca sua crença nuclear negativa em julgamento, que consiste numa crença absoluta sobre si mesmo e responsável pelos sintomas. Ao longo do uso desta técnica, o paciente assume ativamente as figuras de promotoria, advogado de defesa e júri, promovendo um diálogo consigo mesmo. Ele pode fazer isso sentado em diferentes cadeiras para falar com outra figura do júri (modo cadeira vazia) ou pode fazer sem essa mudança de cadeiras (modo estático). Em cada etapa, são avaliados o quanto acredita em sua crença nuclear e a intensidade da emoção associada, acessados na primeira coluna. Objetivo: Avaliar a efetividade do uso do Processo na redução do crédito dado às crenças nucleares negativas e na redução da intensidade das emoções correspondentes. Métodos: O Processo foi aplicado em pacientes (n=166) com vários transtornos mentais para acessar e modificar suas crenças nucleares e emoções correspondentes. Terapeutas treinados em TCP (n=32) aplicaram o procedimento no decorrer de uma sessão, e puderam ser divididos em grupos de terapeutas experientes e menos experientes com relação ao uso da técnica. O local de aplicação foi o consultório público ou privado dos terapeutas de diferentes cidades do Brasil. Resultados: Houve significativa redução no crédito dado às crenças nucleares negativas após a aplicação do Processo. Reduções ocorreram entre a primeira e a segunda alegação do advogado de defesa, bem como após o veredicto do júri, em comparação com a fase de investigação. Não houve diferença de resultados entre pacientes tratados por terapeutas experientes ou menos experientes. Os resultados dos pacientes submetidos ao Processo no modo estático não foram estatisticamente diferentes daqueles submetidos ao Processo no modo cadeira-vazia. Conclusões: O processo pode ajudar os pacientes, pelo menos temporariamente, a reduzir o crédito dado às suas crenças nucleares negativas e a intensidade das emoções correspondentes. Os resultados mostram que o Processo é promissor como estratégia de intervenção em vários transtornos mentais. Aspectos teóricos e correlações com outros estudos são discutidos.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTranstornos Mentaispt_BR
dc.subjectTerapia Cognitivo- Comportamentalpt_BR
dc.subjectTerapia Cognitiva Processualpt_BR
dc.subjectCrenças Nuclearespt_BR
dc.titleAvaliação do uso do registro de pensamentos baseado no “processo” na reestruturação de crenças nuclearespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.departamentUniversidade Federal da Bahia - Instituto de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação - Processos Interativos dos Órgãos e Sistemaspt_BR
dc.publisher.initialsPPGPIOSpt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCiências da Saúdept_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGPIOS)

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