| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Alves, Paulo César Borges | - |
| dc.contributor.author | Costa, José Hermogenes Moura da | - |
| dc.creator | Costa, José Hermogenes Moura da | - |
| dc.date.accessioned | 2013-05-02T15:52:56Z | - |
| dc.date.available | 2013-05-02T15:52:56Z | - |
| dc.date.issued | 2007-08 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10232 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Programa de Pós- Graduação em Ciências Sociais da UFBA | pt_BR |
| dc.subject | Homossexualidade | pt_BR |
| dc.subject | HIV | pt_BR |
| dc.subject | Sindrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) | pt_BR |
| dc.subject | Risco | pt_BR |
| dc.subject | Prevenção | pt_BR |
| dc.subject | Homosexuality | pt_BR |
| dc.subject | Syndrome of Acquired Imunodeficiência (AIDS) | pt_BR |
| dc.subject | Risk | pt_BR |
| dc.subject | Prevention | pt_BR |
| dc.title | “A AIDS ta no babado”: concepções de risco e prevenção frente a epidemia do HIV/AIDS entre homossexuais da zona urbana de Senhor do Bonfim | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.localpub | Salvador | pt_BR |
| dc.description.resumo | Considerando o quadro de retomada ou estabilização do risco de infecção pelo HIV entre homens que fazem sexo com outros homens, e o concomitante processo de interiorização da epidemia da AIDS, o estudo pretendeu a problematização dos modos como os homossexuais de Senhor do Bonfim se orientam nas situações de interação sexual frente a epidemia. As noções êmicas de risco e prevenção são categorias chave. Os contextos e configurações das interações sexuais proporcionam a constituição de modalidades de prevenção muito próprias, atestando o quanto questões que envolvem o risco e a prevenção são concebidas sócioculturalmente uma vez que são negociadas nas diversas situações em que os sujeitos se engajam em relações sexuais. A prevenção é tomada enquanto uma construção cultural, portanto, não podendo ser estudada senão sob a visão do conjunto das representações da doença, do corpo, da infelicidade e do mundo no qual os indivíduos estão inseridos. Assim, a vivência do risco e mesmo a sua percepção não se restringem ao universo individual, ao contrário, o comportamento de risco é percebido e negociado na rede de relações sociais. Em última instância, ele é fruto das interações sociais. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGCS)
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