Resumo:
Neste artigo, proponho-me a adentrar pelos meandros do debate atual sobre transversalização, refletindo sobre os seus aportes teóricos e seus aspectos práticos. Procuro também identificar alguns dos problemas e limitações dessa estratégia na construção da equidade de gênero. Para tanto, acredito ser importante iniciar retraçando, ainda que brevemente, os caminhos percorridos na formulação das políticas internacionais em questão.