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Intergrowth versus Fenton: há diferença na concordância do indicador de peso para idade gestacional ao nascimento e durante o internamento hospitalar?

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dc.creator Cunha, Louise Perna Martins da
dc.date.accessioned 2026-01-26T18:20:28Z
dc.date.available 2026-01-19
dc.date.available 2026-01-26T18:20:28Z
dc.date.issued 2025-08-11
dc.identifier.uri https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43876
dc.description.abstract Introduction – Preterm birth is the leading cause of mortality in children under five years of age, with substantial impacts on growth and child development. Preterm infants face considerable nutritional risks due to biological immaturity and high metabolic demands, requiring accurate nutritional assessments to guide interventions. However, the lack of consensus regarding which neonatal growth chart to use (Fenton, INTERGROWTH, or Olsen) precludes diagnostic standardization. Discrepancies among these charts may result in divergent classifications of the nutritional status of preterm infants, with potential clinical consequences. Objective: To assess the concurrence between Fenton, INTERGROWTH, and Olsen growth charts in classifying the nutritional status of preterm newborns, both at birth and during hospitalization, and to examine their implications for nutritional diagnosis and their association with body composition. Methods – This dissertation was based on two retrospective observational studies. The first study included 2,529 preterm infants admitted to public neonatal units in Salvador, Brazil (2018-2021), and assessed the concurrence of weight-for-gestational-age Z-scores at birth between Fenton and INTERGROWTH charts. Bland-Altman plots were used, with stratified analyses by gestational age and birth weight adequacy, both individually and jointly. The second study involved 258 preterm infants hospitalized in four U.S. neonatal units (2012-2023). It compared Fenton, INTERGROWTH, and Olsen charts regarding the diagnosis of malnutrition during hospitalization, based on changes in weight Z-scores and their association with body composition measured by air displacement plethysmography (fat-free mass, FFM; and fat mass, FM). Analyses included agreement tests (kappa, Bowker’s test), regression models, and non-parametric tests. Results – In the first study, overall concurrence between Fenton and INTERGROWTH charts at birth was reasonable; however, substantial discrepancies were observed among small-for-gestational-age (SGA) newborns, particularly those between 28 and 32 weeks of gestation. In these cases, the Fenton chart tended to overestimate Z-scores, potentially influencing therapeutic decisions. In the second study, despite the strong association among charts (R² ranging from 0.76 to 0.86), malnutrition diagnoses varied considerably (kappa values between 0.29 and 0.56). INTERGROWTH identified the fewest cases of malnutrition. Fenton chart classified a higher proportion of infants with low FFM as malnourished (46.1% vs. 16.4%), whereas INTERGROWTH underestimated malnutrition in cases of excess FM. The Olsen chart showed no significant association with body composition parameters. Conclusion – Growth charts differ substantially in identifying the nutritional status of preterm infants at birth and during hospitalization. More refined concordance analyses revealed that overlap varies according to the value of the evaluated indicator, being lower for lower Z-scores, and disproportionately affecting more immature SGA infants. The Fenton chart identified fewer cases of malnutrition at birth but more during follow-up (many associated with fat-free mass deficits) while the INTERGROWTH chart exhibited the opposite pattern. The choice of growth chart should be contextualized and, whenever possible, complemented by objective body composition measures to reinforce more accurate clinical decision-making. pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Universidade Federal da Bahia pt_BR
dc.rights Acesso Aberto pt_BR
dc.subject Prematuro pt_BR
dc.subject Avaliação nutricional pt_BR
dc.subject Curvas de crescimento pt_BR
dc.subject Composição corporal pt_BR
dc.subject Desnutrição infantil pt_BR
dc.subject.other Preterm pt_BR
dc.subject.other Nutritional assessment pt_BR
dc.subject.other Growth charts pt_BR
dc.subject.other Body composition pt_BR
dc.subject.other Child malnutrition pt_BR
dc.title Intergrowth versus Fenton: há diferença na concordância do indicador de peso para idade gestacional ao nascimento e durante o internamento hospitalar? pt_BR
dc.title.alternative Intergrowth versus Fenton: Is there a difference in the agreement of the weight-for-gestational-age indicator at birth and during hospitalization? pt_BR
dc.type Tese pt_BR
dc.publisher.program Programa de Pós-Graduação em Processos Interativos dos Órgãos e Sistemas (PPGORGSISTEM)  pt_BR
dc.publisher.initials PPGPIOS pt_BR
dc.publisher.country Brasil pt_BR
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAO pt_BR
dc.contributor.advisor1 Alves, Crésio de Aragão Dantas
dc.contributor.advisor1ID https://orcid.org/0000-0001-7592-3748 pt_BR
dc.contributor.advisor1Lattes http://lattes.cnpq.br/8061677572710353 pt_BR
dc.contributor.advisor-co1 Santiago, Ana Cecília Travassos
dc.contributor.advisor-co1ID https://orcid.org/0000-0003-3457-7054 pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Lattes http://lattes.cnpq.br/7134616623459207 pt_BR
dc.contributor.referee1 Santiago, Ana Cecília Travassos
dc.contributor.referee1ID https://orcid.org/0000-0003-3457-7054 pt_BR
dc.contributor.referee1Lattes http://lattes.cnpq.br/7134616623459207 pt_BR
dc.contributor.referee2 Oliveira, Lícia Maria Moreira
dc.contributor.referee2Lattes http://lattes.cnpq.br/5907658214372162 pt_BR
dc.contributor.referee3 Mello, Carolina Santos
dc.contributor.referee3ID https://orcid.org/0000-0001-6461-1749 pt_BR
dc.contributor.referee3Lattes http://lattes.cnpq.br/3188643421918462 pt_BR
dc.contributor.referee4 Silveira, Rita de Cássia
dc.contributor.referee4ID https://orcid.org/0000-0002-2982-2652 pt_BR
dc.contributor.referee4Lattes http://lattes.cnpq.br/1524350905825034 pt_BR
dc.contributor.referee5 Moreira, Maria Elisabeth Lopes
dc.contributor.referee5ID https://orcid.org/0000-0002-2034-0294 pt_BR
dc.contributor.referee5Lattes http://lattes.cnpq.br/5120380601565121 pt_BR
dc.creator.Lattes http://lattes.cnpq.br/4418995001560888 pt_BR
dc.description.resumo Introdução – A prematuridade é a principal causa de mortalidade em crianças menores de cinco anos, com impactos significativos no crescimento e no desenvolvimento infantil. Prematuros enfrentam riscos nutricionais importantes devido à imaturidade biológica e à alta demanda metabólica, exigindo avaliações nutricionais precisas para orientar intervenções. No entanto, a ausência de consenso sobre a curva de crescimento neonatal a ser utilizada dificulta a padronização diagnóstica. Discrepâncias entre essas curvas podem gerar classificações divergentes quanto ao estado nutricional dos prematuros, com consequências clínicas importantes. Objetivo – Avaliar a concordância entre as curvas de crescimento de Fenton, INTERGROWTH e Olsen na classificação do estado nutricional de recém-nascidos prematuros ao nascimento e durante o internamento, examinando suas implicações no diagnóstico nutricional e sua associação com a composição corporal. Material e métodos – A tese é baseada em dois estudos observacionais retrospectivos. O primeiro, com 2.529 prematuros internados em unidades neonatais públicas de Salvador (2018–2021), avaliou a concordância do indicador de peso para idade gestacional (Z-score) ao nascer entre Fenton e INTERGROWTH. Foram utilizados gráficos de Bland-Altman, com análises estratificadas por idade gestacional e adequação do peso ao nascer, individual e conjuntamente. O segundo estudo, com 258 prematuros internados em quatro unidades neonatais dos EUA (2012–2023), comparou as curvas de Fenton, INTERGROWTH e Olsen quanto ao diagnóstico de desnutrição durante a internação, com base na variação do Z-score de peso e sua associação com composição corporal medida por pletismografia por deslocamento de ar (massa livre de gordura, FFM e gordura, FM). As análises incluíram testes de concordância (Kappa, Bowker), regressões e testes não paramétricos. Resultados – No primeiro estudo, observou-se concordância global razoável entre as curvas Fenton e INTERGROWTH ao nascimento, mas com discrepâncias relevantes entre os recém-nascidos pequenos para a idade gestacional (PIG), especialmente entre 28 e 32 semanas. Nessas situações, a curva Fenton tendeu a superestimar os Z-scores, podendo influenciar decisões terapêuticas. No segundo estudo, embora houvesse alta associação entre as curvas (R² entre 0,76 e 0,86), os diagnósticos de desnutrição variaram significativamente (Kappa entre 0,29 e 0,56). INTERGROWTH foi a que menos identificou casos de desnutrição. A curva Fenton classificou mais bebês com baixa FFM como desnutridos (46,1% vs. 16,4%), enquanto INTERGROWTH subestimou desnutrição em casos de excesso de FM. A curva de Olsen não se associou significativamente aos parâmetros de composição corporal. Conclusão – As curvas de crescimento diferem substancialmente na identificação do estado nutricional de prematuros ao nascimento e durante o internamento hospitalar. Análises de concordância mais refinadas mostraram que elas variam conforme o valor do indicador avaliado, sendo menor para indicadores mais baixos e afetando, principalmente, PIGs mais imaturos. A curva Fenton identificou um número menor de casos de desnutrição ao nascimento e maior nos casos no seguimento (muitos associados a déficits de massa magra), enquanto a INTERGROWTH apresentou comportamento oposto. A escolha da curva deve ser contextualizada e, quando possível, associada a medidas objetivas de composição corporal para orientar decisões clínicas mais precisas. pt_BR
dc.publisher.department Instituto de Ciências da Saúde - ICS pt_BR
dc.relation.references Cunha, Louise Perna Martins da. Intergrowth versus fenton: há diferença na concordância do indicador de peso para idade gestacional ao nascimento e durante internamento hospitalar? / Louise Perna Martins da Cunha. – Salvador (BA), 2025. pt_BR
dc.type.degree Doutorado pt_BR


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