Resumo:
o presente artigo reflete sobre a precariedade da vida sob a óptica filosófica de Camus, em sua obra O Mito de Sísifo, e sob a metáfora do absurdo de Saramago, em sua obra Todos os Nomes, protagonizada por gente comum, tendo, com destaques, em ambas, o problema do paradoxo do “Absurdo diante do Mistério” da existência humana e a sua tentativa de resolução por meio do conhecimento do “Suicídio”.