<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Outros (PPGF)</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/2479</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 16 May 2026 22:36:21 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-16T22:36:21Z</dc:date>
<item>
<title>Centro Dewey pragmatismo</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15086</link>
<description>Centro Dewey pragmatismo
Souza, José Crisóstomo de; Santos, Wagner Conceição
site na internet: deweypragmatismo.wordpress.com/, ferramenta digital do Centro Dewey, como resultado e com resultados de Projeto de Pesquisa com apoio Bolsa Propi/Propci
Outros
</description>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15086</guid>
<dc:date>2014-04-30T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A Jornada do Herói do Sertão: Deus e o Diabo na Terra do Sol</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/3743</link>
<description>A Jornada do Herói do Sertão: Deus e o Diabo na Terra do Sol
Leite, José Lourenço Araújo
A obra Deus e o Diabo na Terra do Sol, mesmo que impregnada de elementos existencialistas e marxistas, tradicionalmente em nosso meio, tem nos remetido a perceber apenas o jogo do poder dominante no seio da cultura popular. Aqui pretendo mostrar o viés da jornada do herói, dessa vez, do herói do sertão.
Jornal A Tarde
Outros
</description>
<pubDate>Sat, 30 Dec 1995 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/3743</guid>
<dc:date>1995-12-30T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A Melancoloia da Alteridade</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/3451</link>
<description>A Melancoloia da Alteridade
Leite, José Lourenço Araújo
Ao se pretender definir A Melancolia como sintoma do mal-estar de nossa civilização moderna contemporânea, sobretudo a que se porta na urbanidade desde o século XIX, tem-se o objetivo de destacar um aspecto, sem ser reducionista, aquele identificado pelo “non-sens”, como bem afirma Camus em O Mito de Sísifo. Todavia, a causa primordial que orientará esse blog será aquela da tradição órfica, ou seja, a ausência ou falta do absoluto no cotidiano da existência. A Melancolia, como termo etimológico, advém do grego clássico melagkolía, formado por melas, que quer dizer negro mais chole, que por sua vez quer indicar bile. Seja Hipócrates, seja Aristóteles, ambos definem a melancolia como sendo um tipo de temperamento causado pela bile negra que intoxica a corrente sanguínea e leva o indivíduo a se sentir de mau humor, taciturno, mórbido e, amiúde, com enxaqueca. Contudo, para Aristóteles, em seu suposto Problema XXX, considera que esse estado de espírito é o único verdadeiramente que pode levar o filósofo ao ato de criação. Não fora por acaso que Prometeu quando fora condenado por Zeus, tivera seu fígado picado pela águia do Olimpo, justamente o órgão responsável pelo humor e que produz a bile. Visto desse modo, se de um lado se escolhe a causa da melancolia na tradição órfica e de outro na herança prometéica, têm-se, igualmente, uma experiência primordial da transcendência que, ao se distanciar dela, o homem sente-se abandonado posto a um total vazio de sentido.  Ter acesso ao conhecimento gera um preço muito elevado a se pagar, ou seja, a condenação divina é viver no Rés-do-chão, como afirmara Aristóteles. O filósofo, portanto, é aquele que vive sem saber porque vive, vive apenas na experiência do esvaziamento.
Quarteto Editora
Outros
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/3451</guid>
<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
