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<title>Trabalho Apresentado em Evento (Faculdade de Arquitetura)</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/1403</link>
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<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 03:22:48 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-17T03:22:48Z</dc:date>
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<title>Da importância do pormenor: Alois Riegl e a cultura alemã</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32969</link>
<description>Da importância do pormenor: Alois Riegl e a cultura alemã
Paz, Daniel Juracy Mellado
O objetivo deste artigo é destacar as premissas subjacentes ao texto de Aloïs Riegl, O Culto Moderno dos Monumentos: sua essência e sua gênese (Der moderne Denkmalkultus, sein Wesen und seine Entsehung), de 1903, e ao conjunto de sua obra, demonstrando como estão profundamente enraizadas no debate cultural alemã do séc. XIX e começo do séc. XX. Riegl é lembrado em sua contribuição à História e Teoria da Arte pelo conceito de Kunstwollen (Vontade de Arte), central ao Denkmalkultus. Esse conceito enuclea as ideias de Vontade e de Arte. A Vontade perpassa completamente sua obra, com nuances diversas e absoluta primazia nos fenômenos estéticos. Quanto à Arte, a expande de tal maneira que se confunde com o conceito de Cultura. Dentro da abordagem da Cognição como mutável e impelida animicamente, ativa e não passiva. Tudo submetido ao devir histórico, à variação de acordo com os lugares e tempos. E aspectos ligados à Hermenêutica, à interpretação das épocas passadas e de suas mentalidades, e ao papel do observador, especialmente nos tempos modernos, com a revolução copernicana da abordagem de Riegl e sobretudo no espírito contemporâneo.
IAB-BA
Artigo de Periódico
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<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Corpo Ampliado: o ambiente construído como extensão do corpo</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32968</link>
<description>O Corpo Ampliado: o ambiente construído como extensão do corpo
Paz, Daniel Juracy Mellado
O artigo apresenta um raciocínio que engloba dentro de um mesmo fenômeno a arquitetura assim como outras obras humanas, a partir da sua compreensão como extensões do homem e de seu corpo. Assim abordamos um conjunto extremamente variado como fenômeno unitário enquanto radicamos sua importância no homem. Tal abordagem protética, com literatura própria aqui revisitada, inclui uma investigação sobre seus aspectos principais e os rumos que as extensões tomaram no último século. Somada à compreensão do conjunto das extensões como uma forma de evolução aloplástica, externa ao corpo orgânico do homem, e suas transformações ao longo das épocas e lugares orientadas por projetos vitais singulares, no intuito de realizar concepções particulares de bem-estar. Assim, procura-se compreender as extensões em um de seus aspectos específicos, como mediação do homem com o entorno - especialmente para a ocupação temporária de meios que lhe são hostis -, as maneiras que assume e suas possibilidades. Desse modo, o raciocínio, além de ter um caráter heurístico, é também ele prospectivo, na medida em que permite reconhecer o existente e amparar na proposição da ocupação de meios em que a integridade é um fim desejado, como no caso de áreas selvagens ou de patrimônio arquitetônico.
ANPARQ/ PPGAU-UFRN/ PPGAU-UFPB
Artigo de Periódico
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<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Lugar evanescente: características da arquitetura efêmera no sítio</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32967</link>
<description>O Lugar evanescente: características da arquitetura efêmera no sítio
Paz, Daniel Juracy Mellado
O artigo apresenta uma abordagem teórica da arquitetura efêmera, considerando que a mesma possui características particulares que diferem substancialmente das formas mais perenes e estáveis de construção. Enfocamos em especial sua relação com o sítio onde ela se estabelece, a partir de três frentes de ataque. Na primeira, o reconhecimento da constituição escalar do ambiente construído, dos objetos que habitam tais escalas e as condições de sua autonomia e dependência frente ao meio e às redes técnicas e de serviços. Na segunda, a relação entre objetos e ações por meio do conceito de sinomorfia, como se dá a reversibilidade de uso dos espaços construídos, a condição fragmentária e heterogênea do ambiente efêmero e a sua eterialização. Na terceira, por fim, em consonância com as categorias empregadas nas investigações anteriores, a situação da preexistência, a condição de sua subsistência e persistência, e uma tipologia dos sítios a partir da conexão funcional com a construção temporária, dada a eterialização crescente do meio – e sua dependência das redes técnicas e de serviços – e o conhecimento e preocupação com os ciclos naturais.
ANPARQ/ MDU-UFPE / PPGAU-UFRN/ PPGAU-UFPB
Artigo de Periódico
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<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sob as ondas: a obra de João Filgueiras Lima, o Lelé, vista a partir dos sheds</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32966</link>
<description>Sob as ondas: a obra de João Filgueiras Lima, o Lelé, vista a partir dos sheds
Paz, Daniel Juracy Mellado
O presente artigo analisa a obra de João Filgueiras Lima, o Lelé (1932-2014), a partir de como desenvolve o shed ao longo dos anos, partindo de uma função agregada a vigas que realizavam funções sincréticas, depois parte complementar de um sistema de cobertura, até desdobrar-se em uma forma ondulante que pode ou não realizar a iluminação zenital e a ventilação. A implantação do Hospital Sarah, e do Centro de Tecnologia da Rede Sarah permite uma mudança profunda na maneira de construir: a cobertura não mais seria feita de pequenas peças de argamassa armada, mas estruturas metálicas leves e telha metálica calandrada, vencendo grandes vãos. A cobertura ganhava flexibilidade em altura, perfil, orientação, permeabilidade e, de certa maneira, das partes em relação ao conjunto do próprio edifício. Com táticas de exaustão e captação de vento pela cobertura, o serrilhado torna-se bidirecional. Mais leve, a cobertura torna-se inteiramente ondulante, com as telhas metálicas nas laterais do coroamento do edifício. Os grandes vãos são conquistados com esse método, substituindo as vigas e arcos externos que Lelé antes empregava. A cobertura extrapolava o shed como função final das ondulações, e ganhava versatilidade para as diversas solicitações do edifício ou da atividade que abrigava. Na ampliação do Sarah Brasília, de 1995-97, as ondulações perdem sua função de shed, demonstrando ser uma cobertura universal, com piso técnico dos bastidores do auditório e acima da platéia. No Sarah Fortaleza (1992-2001) a estrutura da cobertura se expande, permitindo ser agora fachada e área de transição, encapsulando cada vez mais os edifícios, com um diafragma que controla a luz de áreas coletivas, até seu ápice no Sarah Rio de Janeiro (2001-2009), onde a cobertura ganha independência, e se torna um filtro flexível para o edifício inteiro.
Departamento de Arquitetura e Urbanismo/ UFC
Artigo de Periódico
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<pubDate>Sat, 01 Nov 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2014-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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