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<title>Artigo Publicado em Periódico (PGGEOLOGIA)</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/1225</link>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:00:42 GMT</pubDate>
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<title>Monitoramento de barragem para gestão de recursos hídricos na Bacia hidrográfica do Rio Verde-BA</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/29933</link>
<description>Monitoramento de barragem para gestão de recursos hídricos na Bacia hidrográfica do Rio Verde-BA
Gonçalves, Mário Jorge de Souza; Marques, Edna Cristina de Lucena; Dias, Marcos de Oliveira
A bacia hidrográfica do rio Verde possui uma barragem denominada Manoel Novaes (Mirorós), cujas águas possuem usos múltiplos sendo utilizadas para consumo humano e irrigação entre outros usos. Este trabalho procura demonstrar a importância do monitoramento pluviométrico e dos volumes armazenados nas barragens na gestão da bacia hidrográfica do rio Verde, visando à disponibilidade hídrica para usos múltiplos. Na elaboração dos cenários futuros foram utilizados os dados pré-existentes de precipitação, vazões máxima e mínima, na bacia do rio Verde, e de monitoramento dos volumes armazenados no lago formado pela barragem. Os dados utilizados foram: a) as médias históricas mensais das precipitações na região de nascentes; b) os volumes armazenados e suas tendências; c) as vazões máximas e mínimas na bacia hidrográfica do rio Verde (estação 47236000, em Ibipeba, e da estação 47249000, em Itaguaçu da Bahia). Como os episódios de seca hidrológica são comuns na bacia hidrográfica, a Barragem Manoel Novaes (Mirorós) deve ter seus usos priorizados para abastecimento humano.
Universidade Federal da Bahia
Artigo de Periódico
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Distribuição de cloretos na bacia hidrográfica do Rio Paraguaçu, Bahia, Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/29900</link>
<description>Distribuição de cloretos na bacia hidrográfica do Rio Paraguaçu, Bahia, Brasil
Gonçalves, Mário Jorge de Souza
A bacia hidrográfica do rio Paraguaçu no Estado da Bahia possui 63,7% de sua área situada em clima semiárido, o que confere uma taxa elevada de evaporação e uma concentração de sais. O cloreto&#13;
foi a categoria de sais escolhidos para este trabalho uma vez que a região semiárida da bacia é muito similar a região nordeste do Brasil, onde é também comum a presença rios temporários e de rios com altas concentrações de cloretos em suas águas. Desta maneira os estudos realizados nesta bacia com esses&#13;
sais podem servir de base comparativa a outras bacias localizadas no nordeste brasileiro. A distribuição de&#13;
cloretos na bacia do rio Paraguaçu possui um controle lito-pedo-climático.
IGEO-UFBA
Artigo de Periódico
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<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2015-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Geologia e arcabouço estrutural do Complexo Lagoa Real, vale do Paramirim, Centro-Oeste da Bahia</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/28117</link>
<description>Geologia e arcabouço estrutural do Complexo Lagoa Real, vale do Paramirim, Centro-Oeste da Bahia
Cruz, Simone Cerqueira Pereira; Alkmim, Fernando Flecha; Leite, Carlson Matos Maia; Evangelista, Hanna Jordt; Cunha, José Carlos; Matos, Evando Carele; Noce, Carlos Maurício; Marinho, Moacir Moura
O Complexo Lagoa Real, constituído por meta-granitóides com idade de colocação em torno de 1,7 Ga, ocorre no vale do Paramirim e engloba as rochas denominadas genericamente de Granito São Timóteo e um conjunto de granitóides milonitizados em graus variados gerados no curso de uma deformação ompressional sin-metamórfca. A análise estrutural permitiu identifcar duas famílias de estruturas: uma compressiva, representada por zonas de cisalhamento, bandamento composicional, foliação milonítica e dobras; e outra distensiva, marcada pela nucleação de zonas de cisalhamento normais. As estruturas deformacionais identifcadas assemelham-se com as que são encontradas no sinclinal de Ituaçu, onde aﬂoram as formações Salitre e Bebedouro do Grupo Una. Como não foi encontrada uma trama mais antiga que a primária, sugere-se que a&#13;
deformação do Complexo Lagoa Real ocorreu durante o Neoproterozóico.
Sociedade Brasileira de Geologia
Artigo de Periódico
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A interação tectônica embasamento/cobertura em aulacógenos invertidos: um exemplo da Chapada Diamantina Ocidental</title>
<link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/27031</link>
<description>A interação tectônica embasamento/cobertura em aulacógenos invertidos: um exemplo da Chapada Diamantina Ocidental
Cruz, Simone Cerqueira Pereira; Alkmim, Fernando Flecha; Dias, Vilson Marques
Um cinturão de dobramentos e cavalgamentos com embasamento envolvido está exposto ao longo da borda ocidental da Chapada Diamantina, um platô recoberto por unidades proterozóicas no interior da por-&#13;
ção setentrional do Cráton do São Francisco. Esse cinturão, com trend NNW e vergência ENE, envolve uma&#13;
parte substancial da porção leste do Aulacógeno do Paramirim, que corresponde a um rifte intracontinental que&#13;
experimentou uma longa história de desenvolvimento iniciada em 1,75 Ga com a sedimentação do Supergrupo&#13;
Espinhaço. Após a deposição da segunda maior unidade de preenchimento, o Supergrupo São Francisco, de&#13;
idade neoproterozóica (Tonian-Cryogeninan), o rifte do Paramirim experimentou uma vigorosa inversão positiva que gerou um sistema de falhas e dobras com trend NNW. Com o intuito de contribuir com o entendimento&#13;
da tectônica de inversão envolvendo o embasamento, foi realizada a análise estrutural baseada em dados de&#13;
campo ao longo da borda oeste da Chapada Diamantina. Os resultados indicam que o processo de inversão&#13;
ocorreu em quatro fases coaxiais de deformação progressiva. Sob um campo de encurtamento geral orientado&#13;
segundo WSW-ENE, a primeira fase de deformação (Dpdesc) nucleou um sistema em que a cobertura se descolada do embasamento nucleando estruturas vergentes para ESE, incluindo descolamentos intra-estratais, leques&#13;
imbricados, duplexes confnados a estratos e uma variedade de estruturas de pequena escala. Reativando estruturas pré-existentes, a fase deformacional subseqüente (Dp1/Dp2) foi responsável pela geração de falhas reversas&#13;
envolvendo o embasamento, zonas de cisalhamento reversas a oblíquas e grandes dobras com trend NNW que&#13;
domina o cenário estrutural da borda oriental da Chapada Diamantina. Durante a fase Dp3 um trem de dobras&#13;
orientadas segundo NNW, vergente para WSW e associada com uma proeminente clivagem de crenulação&#13;
desenvolveu-se sobre as estruturas previamente deformadas em zonas de alta deformação da borda oriental da&#13;
Chapada Diamantina.
Sociedade Brasileira de Geologia
Artigo de Periódico
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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