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<title>Livro e Capítulo (PPGA)</title>
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<updated>2026-04-17T12:48:18Z</updated>
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<title>Brazilian feminisms in global spaces: Beijing and Beijing+20</title>
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<name>Sardenberg, Cecília Maria Bacellar</name>
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<updated>2022-07-05T17:04:21Z</updated>
<published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Brazilian feminisms in global spaces: Beijing and Beijing+20
Sardenberg, Cecília Maria Bacellar
Within the last decades, feminist movements in Brazil have advanced significantly beyond borders,gaining increasing recognition in global spaces, UN ones in particular, for positively influencing Brazil’s official&#13;
position. Unsurprisingly, Brazil has served four terms in the Commission on the Status of Women (CSW) and, in the eyes of more progressive delegations, is a much needed presence to ensure no lost ground on what&#13;
has been achieved in previous conferences. However, the actual presence of Brazilian feminist activists in the delegations and the NGO Forums has dwindled considerably. What have been the strategies and mechanisms&#13;
at play in maintaining a radical vein in our official position? Can it be sustained without the more active involvement of feminist activists – say, throughout Brazil’s new role as president of the 60th CSW session? These are some of the issues I address in this article, sharing the views of activists present at those events.
Institute of Development Studies, IDS
Capítulo de Livro
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<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caleidoscópios de gênero: gênero e interseccionalidades na dinâmica das relações sociais</title>
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<name>Sardenberg, Cecília Maria Bacellar</name>
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<updated>2022-08-26T14:03:35Z</updated>
<published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Caleidoscópios de gênero: gênero e interseccionalidades na dinâmica das relações sociais
Sardenberg, Cecília Maria Bacellar
Neste trabalho me proponho a tecer algumas considerações sobre os determinantes de gênero na dinâmica das relações sociais a partir de uma perspectiva feminista. Entendo, porém, que, nas sociedades contemporâneas, capitalismo, sexismo, racismo, etarismo, e lesbo/homofobia, dentre outras matrizes de opressão, não agem independentemente. Estão imbricadas ou em “simbiose”, constituindo-se como matrizes de opressão que se entrelaçam e se reforçam, forjando sistemas de estratificação e opressão interseccionados. Da mesma forma, gênero, raça e classe e demais marcadores de diferença e elementos constitutivos das relações sociais não atuam separadamente. Esses elementos se intersectam e recortam uns aos outros, modificando, mutuamente, uns aos outros. Isso implica dizer que as respectivas categorias de gênero, raça, classe e outras categorias sociais similares não são categorias autônomas. Daí porque precisamos pensar em instrumentos conceituais que nos permitam identificar e analisar como estruturas de privilégio e opressão se intercruzam em diferentes níveis e se manifestam na vida cotidiana das mulheres e na construção de suas identidades. Nesse intuito, baseio-me aqui na noção de “caleidoscópios de gênero” que, acredito, nos permite melhor dar conta desses processos.
Revista Mediações - UEL
Artigo de Periódico
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<dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Migrações perigosas: as (des)aventuras semânticas do conceito de gênero nos projetos e políticas para mulheres no Brasil</title>
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<name>Sardenberg, Cecília Maria Bacellar</name>
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<updated>2022-07-05T17:04:21Z</updated>
<published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Migrações perigosas: as (des)aventuras semânticas do conceito de gênero nos projetos e políticas para mulheres no Brasil
Sardenberg, Cecília Maria Bacellar
Neste trabalho, discuto problemas pertinentes à ‘teorias viajantes’, centrando-me, em particular, em algumas das consequências teóricas e políticas da migração e resignificação de “gênero” através de&#13;
fronteiras, oceanos, disciplinas, e da teoria para a arena das políticas de desenvolvimento e planejamento. Argumento que embora a teoria de gênero tenha se tornado central para os estudos&#13;
feministas como um instrumento analítico da construção da realidade social e sua transformação, a&#13;
apropriação, às vezes distorcida, do termo “gênero” por agências nacionais e internacionais de&#13;
desenvolvimento (e outras organizações da sociedade civil como um todo) tem levado à sua&#13;
simplificação, sobretudo no tocante à questão das relações de poder, perdendo, assim, muito do seu&#13;
sentido político para o feminismo. No caso do Brasil, como em outros países da América Latina, isso tem&#13;
contribuído para o entendimento de que “fazer gênero” nem sempre é agora parte do “fazer&#13;
feminismo”.
Editora da PUC/Goiás
Capítulo de Livro
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<dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Da violência simbólica de gênero à violência sexual contra mulheres: a Lei Anti-Baixaria e o caso da banda New Hit</title>
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<name>Sardenberg, Cecília Maria Bacellar</name>
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<id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/28011</id>
<updated>2022-07-05T17:04:21Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Da violência simbólica de gênero à violência sexual contra mulheres: a Lei Anti-Baixaria e o caso da banda New Hit
Sardenberg, Cecília Maria Bacellar
Proponho-me aqui a refletir sobre a relação entre ‘violência simbólica de gênero’ e violência sexual contra mulheres, valendo-me, para tanto, de um caso ilustrativo.  Mais especificamente, tenho como propósito  pensar a nova música baiana como um dos campos de propagação da ‘cultura do estupro’, tomando como exemplo o caso da Banda New Hit, uma banda de pagode de Salvador, cujos membros foram acusados do estupro qualificado de duas adolescentes no interior da Bahia, em agosto de 2012. Como pretendo demonstrar, ainda que apenas em rápidas pinceladas, as músicas de composição e propagação dessa banda apregoam a construção de uma masculinidade violenta e a objetificação das mulheres, como objetos de uso sexual para os homens. Acredito, pois, que esse caso bem ilustra a incitação e legitimação da violência sexual contra mulheres por intermédio da violência simbólica de gênero.&#13;
 Abordo aqui também a polêmica instaurada com o Projeto de Lei que ficou conhecida como Lei Antibaixaria, sancionada na Bahia em 2012, com vistas a combater a violência simbólica de gênero na música, trazendo essa  questão  à baila em uma dimensão mais ampla.
Liber Ars
Capítulo de Livro
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