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<title>Trabalho Apresentado em Evento (PÓSCOM)</title>
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<updated>2026-04-17T12:27:45Z</updated>
<dc:date>2026-04-17T12:27:45Z</dc:date>
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<title>Entre travestis, medo da Aids e a Parada Gay: a nomeação de LGBT pelas páginas da Folha de S. Paulo</title>
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<name>Santana, Eder Luis</name>
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<updated>2025-09-24T17:49:37Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entre travestis, medo da Aids e a Parada Gay: a nomeação de LGBT pelas páginas da Folha de S. Paulo
Santana, Eder Luis
Este artigo identifica como pessoas LGBT&#13;
foram nomeadas em textos da Folha de S. Paulo em diferentes contextos históricos. Foram coletados como corpus conteúdos publicados em junho de 1969, 1989 e 2009. O período determinado para seleção do material levou em consideração a Revolta de Stonewall como marco histórico. No âmbito metodológico, o trabalho é baseado na análise de conteúdo, porém, existem elementos de observação que transitam pela análise do discurso e do enquadramento. A pesquisa revelou que, além das variações das nome-ações em cada mês, o sentido atrelado à visibilidade LGBT e o uso das fontes no jornalismo sofreu mudança ao longo das décadas, algo que reforça a tese da nomeação no jornalismo existir a partir de um processo heterônomo e revelador de como grupos identitários são tratados.
Artigo de Periódico
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Entre religião e luta por direitos: a avaliação do público em relação a protestos e performances LGBTQI+</title>
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<name>Santana, Eder Luis</name>
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<updated>2025-09-24T17:49:16Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Entre religião e luta por direitos: a avaliação do público em relação a protestos e performances LGBTQI+
Santana, Eder Luis
Este estudo examina os efeitos do&#13;
media priming&#13;
, que se refere ao modo como o público avalia determinados assuntos na sociedade a partir da influência da mídia. É feita uma associação entre a avaliação que os sujeitos fazem de performances e protestos protagonizados por pessoas LGBTQI+&#13;
2&#13;
 em duas situações: (1) quando acessam matérias de jornais com enquadramentos focados na luta pela defesa de direitos; (2) quando os enquadramentos são voltados às polêmicas criadas pelo uso de símbolos religiosos nesses atos. Para testar esse processo, foram utilizados três diferentes estímulos em 150 estudantes universitários de Salvador (BA). Os resultados sugerem que a avaliação feita pelo público em relação aos protestos e performances protagonizados pela comunidade LGBTQI+ foi influenciada pelo estímulo midiático, sendo sinalizada a rejeição a qualquer atravessamento entre símbolos religiosos e protestos e performances.
Artigo de Periódico
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>É preciso ordenar a comunicação? Questionamentos acerca da necessidade de instâncias mediadoras entre a mídia e o público</title>
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<name>Dalmonte, Edson</name>
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<updated>2025-09-24T17:48:50Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">É preciso ordenar a comunicação? Questionamentos acerca da necessidade de instâncias mediadoras entre a mídia e o público
Dalmonte, Edson
Propõe uma reflexão acerca da relação entre mídia e sociedade no Brasil. Tomando por base a extinção da Lei de Imprensa, em 2009, busca refletir acerca dos questionamentos relativos ao ordenamento jurídico da comunicação social. Dentre as estratégias de mediação entre a mídia e o público estaria, por exemplo, o Conselho Federal de Jornalismo, proposto em 2004 e rejeitado, sobretudo, em função da campanha contrária feita pela mídia. A idéia de criação de um Conselho é retomada em 2009 e, outra vez, a mídia coloca-se contrária a tal projeto. Com base em trais constatações, busca evidenciar a necessidade de se criar o sentimento de “responsabilização social da mídia”, o que seria contrário à perspectiva de censura prévia, que em nenhum momento vem sendo defendida. A responsabilização da mídia está prevista num conjunto de leis, como a Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, no Código Penal, de 1940 (alterado em 1984), e o Código de Defesa e Proteção do Consumidor, de 1990. Com base em tais leis, é possível indiciar os meios de comunicação e solicitar direito de resposta e retratação, mas o presente artigo mostra, a partir de exemplos, que o processo não é tão simples e tem sido negligenciado pela mídia. Partindo de uma concepção contemporânea de imprensa, que abrange não apenas os veículos ou produtos considerados jornalísticos, mas também toda plataforma de divulgação de conteúdos informacionais, mostra que é necessário responsabilizar todo meio de comunicação que divulgar opinião distorcida e contrária às garantias fundamentais e à dignidade humana.
Artigo de Evento
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A perspectiva contratual da comunicação e Webjornalismo: redefinindo lugares</title>
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<name>Dalmonte, Edson</name>
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<updated>2022-08-23T13:43:32Z</updated>
<published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A perspectiva contratual da comunicação e Webjornalismo: redefinindo lugares
Dalmonte, Edson
Propõe uma reflexão acerca do contrato de comunicação aplicado aos ambientes interativos,
especificamente o Webjornalismo. Questiona os tradicionais “lugares” das instâncias enunciadora e
destinatária a partir dos novos dispositivos de enunciação que abrem espaço de a fala para leitores,
configurando novas realidades discursivas.
Artigo de Evento
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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