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<title>Trabalho Apresentado em Evento (Faculdade de Ciências Contábeis)</title>
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<updated>2026-04-17T11:10:16Z</updated>
<dc:date>2026-04-17T11:10:16Z</dc:date>
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<title>Aspectos intuitivos e decisões gerenciais: considerações acerca do julgamento de decisões envolvendo o orçamento</title>
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<name>Pereira, Antonio Gualberto</name>
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<name>Bruni, Adriano Leal</name>
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<name>Rocha, Joseilton Silveira da</name>
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<updated>2022-08-26T14:03:23Z</updated>
<published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Aspectos intuitivos e decisões gerenciais: considerações acerca do julgamento de decisões envolvendo o orçamento
Pereira, Antonio Gualberto; Bruni, Adriano Leal; Rocha, Joseilton Silveira da
A abordagem comportamental da Contabilidade Gerencial conta com diversos trabalhos na&#13;
literatura especializada, enfocando ferramentas como o orçamento, a mensuração de&#13;
desempenho e os sistemas de controle. No campo da pesquisa sobre aspectos intuitivos, são&#13;
apresentados os principais impactos dos sistemas automáticos (ou tácitos) nas decisões&#13;
gerenciais. Os sistemas racionais (ou deliberados) e intuitivos (ou automáticos) trabalham de&#13;
forma complementar, sendo que o sistema deliberado funciona como supervisor do sistema&#13;
intuitivo. A aplicação do Cognitive Reflection Test (CRT), teste que é capaz de medir o nível&#13;
de habilidade cognitiva dos indivíduos e a propensão para serem (ou não) influenciados pelos&#13;
impulsos intuitivos, é uma das possibilidades de pesquisa em decisões gerenciais mais&#13;
promissoras. O presente trabalho tem por objetivo discutir a possível aplicação do CRT em&#13;
pesquisas voltadas para o entendimento da relação entre aspectos intuitivos e decisões&#13;
gerenciais. Além disso, pode-se correlacionar aspectos intuitivos (baixo CRT) com decisões&#13;
intertemporais de alocação de recursos ao orçamento e/ou decisões de alocação de recursos&#13;
sob condições de risco. Trabalhos sob esta perspectiva podem vislumbrar possíveis melhorias&#13;
na eficácia empresarial, a partir da percepção do encadeamento entre aspectos não racionais e&#13;
o desempenho organizacional.
10º congresso USP Contabilidade e Controladoria, 2010
Artigo de Periódico
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<dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Nível de Conservadorismo em Decisões Contábeis: um estudo com profissionais da área contábil</title>
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<name>Ferreira Júnior, Gerson</name>
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<name>Rocha, Joseilton Silveira da</name>
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<name>Carvalho Júnior, César Valentim de Oliveira</name>
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<id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15414</id>
<updated>2022-08-26T14:02:53Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O Nível de Conservadorismo em Decisões Contábeis: um estudo com profissionais da área contábil
Ferreira Júnior, Gerson; Rocha, Joseilton Silveira da; Carvalho Júnior, César Valentim de Oliveira
O objetivo desta pesquisa foi verificar se maiores níveis de “aderência aos princípios contábeis” e tempo de experiência na área contábil refletem maior nível de decisões conservadoras no reconhecimento de ativos. O conservadorismo “vocacional” da profissão contábil, conforme previsto no Princípio da Prudência, ocorre pelo fato do cérebro dos indivíduos processar os ganhos e perdas de forma diferente (Dickhaut, 2009 e Dickhaut, Basu, Mccabe, &amp; Waymire, 2010). Com relação ao conservadorismo condicional, como a regra custo ou mercado, o que for menor, ou seja, “reconhecer todas as perdas, mas não antecipar nenhum ganho” (Dickhaut, 2009), trata-se da norma utilizada na avaliação de inventários, de investimentos, de ativos financeiros mantidos para venda, entre outros. Este mecanismo é utilizado com a justificativa de que disciplina com maior acurácia as evidenciações contábeis, limitando o gerenciamento de resultado por parte dos proprietários e gestores. Basu (2005) destaca que a principal diferença entre o conservadorismo incondicional e condicional é que o primeiro utiliza apenas a informação conhecida no início da vida do ativo, e que o conservadorismo condicional utiliza, e, portanto, revela, a informação em que é recebido em períodos futuros. Pressupõe-se que os contadores tendem a tomar decisões conservadoras, pois os indivíduos são mais sensíveis aos ganhos do que às perdas (Kanheman &amp; Tversky, 1979; Knutson, Adams, Fong, &amp; Hommer, 2001 as cited in Dickhaut, 2009; Dickhaut et al., 2010). Diante deste contexto teórico foi necessário revisar as teorias de tomada de decisões para dar suporte a resposta para a seguinte questão: Em que extensão maiores níveis de “aderência aos princípios contábeis” e tempo de experiência na área contábil estão associados às decisões conservadoras no reconhecimento de ativos? A hipótese de pesquisa foi de que maiores níveis de “aderência aos princípios contábeis” e tempo de experiência na área contábil refletem maior nível de decisões conservadoras no reconhecimento de ativos. Destacou-se 02 variáveis respaldadas pelo conservadorismo “vocacional” da profissão contábil: formação acadêmica e tempo de experiência na área contábil. Foram enviados via internet cerca de 402 questionários para indivíduos graduados em Ciências Contábeis responderem. Entretanto, obteve-se uma amostra final de 45 respostas. Os participantes foram submetidos a 04 situações que envolveram o reconhecimento de ativos. As decisões foram tomadas acerca do nível de concordância com o reconhecimento dos ativos em cada situação. A análise fatorial e o Qui-quadrado foram utilizados na análise dos dados, sendo que a escala usada para a mensuração das variáveis foi avaliada quanto aos aspectos da dimensionalidade, confiabilidade e convergência. Em geral, os achados deste estudo contradizem o que foi observado na teoria. Apesar do comportamento do profissional da área contábil tender ao reconhecimento da perda com mais facilidade, o pouco tempo de experiência na área e a recente adoção das normas internacionais de contabilidade podem ter influenciado nos resultados.
IX Congresso Virtual Brasileiro de Administração. internet: convibra, 2011
Artigo de Periódico
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os investimentos em tecnologia no setor público: Um modelo proposto à luz dos pressupostos da racionalidade limitada</title>
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<name>Suzart, Janilson Antonio da Silva</name>
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<name>Rocha, Joseilton Silveira da</name>
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<name>Souza, Antônio Ricardo de</name>
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<id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15411</id>
<updated>2022-08-26T14:03:44Z</updated>
<published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Os investimentos em tecnologia no setor público: Um modelo proposto à luz dos pressupostos da racionalidade limitada
Suzart, Janilson Antonio da Silva; Rocha, Joseilton Silveira da; Souza, Antônio Ricardo de
O uso de tecnologias de informação e comunicação tem sido intensificado no setor público, durante as últimas décadas. Entretanto, há poucas informações sobre o processo decisório para a definição de investimentos em tecnologia no setor público. Esta pesquisa se propõe a identificar as principais fontes informacionais, que afetam o processo decisório de investimentos em tecnologia no setor público. O modelo de racionalidade limitada foi escolhido como modelo decisório teórico. A pesquisa baseou-se em uma abordagem qualitativa, constituindo uma pesquisa exploratória e de campo, apoiada nos procedimentos de pesquisa bibliográfica e entrevista. Os resultados da pesquisa bibliográfica e da entrevista assim como os pressupostos do modelo de racionalidade limitada propiciaram a identificação de quatro grupos de variáveis independentes: (i) informações contábeis; (ii) informações jurídicas; (iii) informações operacionais; e (iv) outras informações consideradas pelo decisor. Em relação à variável dependente do modelo, foi utilizado o nível de utilidade do tomador de decisão. A principal limitação desta pesquisa está relacionada à utilização de única tecnologia: o Siafi.
IRSPM Latin America 2011
Artigo de Periódico
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<dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Casa de ferreiro, espeto de pau? Estudando a precificação de marcas próprias em supermercados</title>
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<name>Carvalho Júnior, César Valentim de Oliveira</name>
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<name>Monteiro, Augusto de Oliveira</name>
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<name>Oliveira, Sergio Ricardo Goes</name>
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<name>Rocha, Joseilton Silveira da</name>
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<id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/15409</id>
<updated>2022-08-26T14:02:42Z</updated>
<published>2008-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Casa de ferreiro, espeto de pau? Estudando a precificação de marcas próprias em supermercados
Carvalho Júnior, César Valentim de Oliveira; Monteiro, Augusto de Oliveira; Oliveira, Sergio Ricardo Goes; Rocha, Joseilton Silveira da
O presente artigo discute a evolução do posicionamento de marcas próprias ou de&#13;
supermercados no Brasil, enfatizando o processo de formação de preços. O senso coletivo&#13;
costuma atribuir às marcas dos varejistas o estigma do binômio preço baixo e qualidade&#13;
inferior. Porém, estudos recentes indicam mudanças de atuação das marcas próprias,&#13;
sugerindo um possível reposicionamento estratégico em busca de maior valor. A controvérsia&#13;
motivou a busca de um diagnóstico atual sobre a ação destas marcas na formação dos preços.&#13;
Foram pesquisados os preços de 2200 produtos, coletados em três diferentes redes de&#13;
supermercado de Salvador, Bahia. A análise estatística dos dados evidenciou a prática de&#13;
preços significativamente menores em marcas de supermercados. Os resultados obtidos&#13;
sugerem haver espaço para a adoção de preços superiores para os produtos sob marcas&#13;
próprias. Varejistas brasileiros poderiam utilizá-las como estratégia de diferenciação,&#13;
reforçando a qualidade e o valor percebido destes produtos.
ENANPAD
Artigo de Periódico
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<dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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