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Title: Capacidade de aprendizagem organizacional de startups nordestinas
Authors: Gonzaga, Barbara Emanuele Dantas Santana
???metadata.dc.contributor.advisor???: Figueiredo, Paulo Soares
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Miranda, Morjane Armstrong Santos de
Keywords: Ecossistemas de inovação;Mecanismos de geração de empreendimentos inovadores;Aprendizagem;Interação;Tamanho da empresa
Issue Date: 17-Sep-2020
Abstract: Esta pesquisa, do tipo exploratória e descritiva, se pro pôs a analisa r o papel da interação com o ambiente de inovação e do está gio de desenvolvimento na capacidade de aprendizagem organizacional (OLC) em startups nordestinas a partir da per cepção dos gestores destas empresas. Trata se de um estudo quantitativo . Na fase exploratória, a fim de delimitar o escopo do trabalho, bem com o seu objeto de estudo, foram aplicadas técnicas de análise documental, observação não participante e entrevista não estruturada com atores do ambiente de inovação da Bahia. Foram definidas as 758 startups nordestinas cadastradas na base de dados da Associação Brasileira de Startups (ABSTARTUP) como arcabouço amostral e a startup e o gestor da startup como unidade e elemento amostral da pesquisa, respe ctivamente. Na fase descritiva for am enviados q uestionários por meio eletrônico (Facebook, Whatsapp, Linke din e e mail) para os gestores de startups dos nove estados do nordeste brasileiro A partir do instrumento de co leta, procurou se obter informações sobre o perfil das empresas, especialmente no que tange ao seu estágio de desenvolvimento e interação com o ambiente de inovação e sobre a percepção da presença de facilitadores da capacidade de aprendizagem organizacional. Foram devolvidos 54 instrumentos devidamente preenchidos, compondo assim uma amostra não probabilística. Os dados coletados foram analisados por meio de análise descritiva e regressão linear múltipla. Os resultados obtidos revelaram que os gestores das startups respondentes percebem que o nível de interação das empresas que representam com o ambiente de inovação ainda é pouco frequente, sendo os espaços denominados coworkings os que são mais utilizados. Do mesmo modo, a análise de dados apontou que os mesmos gestores identificam como significativamente presente nas suas em presas os facilitadores da OLC, com maior destaque para aqueles que compõem as dimensões experimentação e diálogo. Quanto aos estágios de desenvolvimento, os gestores das unidades amostrais afirmaram representar, em sua maioria, empresas em fase de crescimento, seguido de empresas em fase de validação e por último, aquelas que estão em fase de formatação. Foi confirmada a hipótese de que (H1) níveis mais elevados do estágio de desenvolvimento das startups estão positivamente associados a níveis mais elevados de capacidade de aprendizado organizacional (OLC) na amostra. Não se confirmou a hipótese (H2) na qual inferia se que o nível de interação da startup com o ambiente de inovação, está positivamente associado à sua capacidade de aprendizagem organizacional. Também não se confirmou a hipótese (H3) que afirmava que o tamanho da startup está negativamente associado à sua capacidade de aprendizagem organizacional. Todavia, identificou se um a associação negativa entre o tipo de startup ser de manufatura e o nível de OLC, contudo, com uma significância para α < 0,1, o que eleva o risco de erro Tipo 1 dessa conclusão. Esta pesquisa não é generalizável e possui como principais limitações o tamanho pequeno da amostra e seu instrumento de coleta sobre OLC apresentar percepções individuais do que seria a realidade das empresas estudadas.
This exploratory and descriptive research aimed to analyze the role of interaction with the innovation environment and the development stage in organizational learning capacity (OLC) in Brazilian Northeastern startups based on the perception of the managers of these companies. This is a quantitative study. In the exploratory phase, in order to delimit the scope of th is work, as well as its object of study, techniques of documentary analysis, non participative observation and unstructured interview with actors of Bahia's innovation environment were applied. The database of 758 Northeastern startups registered in the Br azilian Startups Association (A BSTARTUP) was defined as the sam pling frame and the startup and its manager as the unit and sample element of the survey, respectively. During the descriptive phase questionnaires were sent to the managers of startups in the Northeastern Brazilian states via electronic means (Facebook, Whats App, Linked In and e mail Through the collection instrument, information about the profile of companies was collected , especially in the which refers to their stage of development and in teraction with the innovation environment and the perception of the presence of facilitators to the organizational learning capacity. 54 completed instruments were returned , composing a non probabilistic sample. The collected data were analyzed through des criptive analysis and multiple line arregression. The obtained results revealed that the startup managers who respond them, perceive that the level of interaction of the companies is still little frequent with the innovation environment, and the spaces called coworking are the most used. Likewise, data analysis pointed out that the same managers identify as significant the presence of OLC facilitators in their companies, with a greater emphasis on those who compound the dimensions of experimentation and dialogue. For the stages of development, the managers of the sample units affirm that it represents, in the majority, companies during the growth phase, followed by companies in the validation phase and finally, those that are in the formatting phase. The hypothesis was confirmed (H1) higher levels of the startups' developmental stage are positively associated with higher levels of organizational learning capacity (OLC) in the sample. It wasnot confirmed the hypothesis (H2) in which it was inferred that th e level of startup interaction with the innovation environment is positively associated with its or ganizational learning capacity. Neither was confirmed the hypothesis (H3) that affirmed that the size of the startup is negatively associated to its organizational learning capacity However, a negative association between the startup type being of manufac turing and its OLC level, but with a significance of α <0.1, which increases the Type 1 error risk of this conclusion. This research is not generalizable and has as main limitations the small size of the sample and its collection instrument on OLC present individual perceptions of what would be the reality of the companies studied.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32242
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