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Title: Avaliação de aloimunização e autoimunização eritrocitária em crianças portadoras de anemia falciforme, indicadas ao regime de hipertransfusão por doppler transcraniano alterado ou acidente vascular encefálico instalado
Authors: Gomes, Gisele Gardim
???metadata.dc.contributor.advisor???: Araújo, Marco Aurélio Salvino de
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Lyra, Isa Menezes
Keywords: Anemia Falciforme;Acidente Vascular Cerebral;Aloanticorpos
Issue Date: 6-Aug-2014
Abstract: A doença falciforme (DF) é a doença hereditária monogênica mais comum do Brasil, ocorrendo, predominantemente, entre afrodescendentes e é um importante problema de saúde publica na Bahia. Pacientes com doppler transcraniano (DTC) alterado ou acidente vasculas encefálico (AVE) prévio são indicados ao regime de transfusão crônico. Além de diminuir o risco de AVE ou a recorrência deste, a hipertransfusão pode desencadear alo ou autoiminização. Objetivo: O objetivo deste estudo é a avaliação da aloimunização e da autoimunização eritrocitária em crianças portadoras da doença falciforme submetidos a regime de hipertransfusão por DTC alterado ou AVE, no ambulatório de transfusão do Centro de Referência em Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Fundação HEMOBA). Métodos: O estudo incluiu 80 pacientes (77 com hemoglobinopatia SS e três com hemoglobinopatia SC), que estão em regime de hipertransfusão na Fundação HEMOBA. Uma analise retrospectiva foi feita nos prontuários dos pacientes que estavam registrados no livro de transfusão, nos últimos dois anos. O perfil epidemiológico, clinico e laboratorial foi pesquisado. Transfusões externas ao HEMOBA, regularidade no tratamento, recorrência do avc, número de transfusões e média do volume transfundido foram avaliados. Resultados: Um total de 23 pacientes foram aloimunizado e somente um paciente foi autoimunizado. O aloanticorpo mais prevalente é o anti-E, resultado este encontrado em outros estudos. Na idade de diagnostico da doença falciforme houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos. A relação entre o número de transfusões e a ocorrência de aloimunização não teve relevância estatística. As principais comorbidades encontradas, litíase renal e retinopatia, não teve diferença na incidência entre os dois grupos. Conclusão: A incidência dos casos de aloimunização nos pacientes com DF no nosso centro é significativamente alta. Foi verificado uma maior incidência nos casos de aloimunização nos pacientes do sexo feminino, mas sem relevância estatística. O perfil de hemoglobina pré e pós transfusional nos pacientes aloimunizados foi menor do que no grupo dos pacientes não aloimunizados, estatisticamente significante.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/15500
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