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Title: Caracterização do perfil dos usuários que interromperam o acompanhamento em um Centro de Atenção Psicossocial álcool e outras drogas (CAPSad).
Authors: Silva, Carolina Rocha
???metadata.dc.contributor.advisor???: Andrade, Tarcísio Matos de
Keywords: CAPSad;Álcool;Drogas;Adesão terapêutica
Issue Date: 4-Jul-2014
Abstract: Durante o processo de consolidação da nova estratégia de atenção idealizada durante a reforma psiquiátrica, o CAPS foi um dos avanços mais importantes. Um dos problemas frequentemente encontrados no decorrer deste processo, é a dificuldade em iniciar e manter-se no processo terapêutico. Além dos fatores ligados à política de saúde e à dificuldade de interconectar os diversos serviços da rede de cuidados, o CAPSad vivencia problemas inerentes à população a qual presta atendimento. Os indivíduos encontram-se muitas vezes fragilizados pelo processo de estigmatização social, têm seus laços familiares enfraquecidos e podem apresentar comorbidades de cunho psíquico. Objetivo: Caracterizar o perfil dos usuários que interromperam o acompanhamento em um CAPSad e avaliar seus aspectos clínicos e psíquicos, considerando a existência de fatores de risco e proteção relacionados ao uso de substâncias psicoativas (SPAs). Metodologia: Estudo transversal de natureza quantitativa e documental, realizado em um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas, localizado no Centro histórico da cidade de Salvador. Os dados foram levantados a partir de informações contidas em 250 fichas de acolhimento e analisados pelo Statistical Package for Social Sciences (SPSS) Resultados: No grupo de indivíduos inativos no CAPSad-GM, 70,8% é do sexo masculino, 56,8% solteiros, 97,2% procedentes de Salvador, 77,2% possui residência, 59,2% tem ensino fundamental incompleto, 62,8% possui renda familiar entre 0 a 1 salário mínimo e 68,8% possui vínculo empregatício. Conclusão: Gênero, estado civil, nível instrucional e renda, no grupo estudado, são semelhantes aos das pessoas que fazem uso abusivo de drogas; enquanto possuir residência e ter vínculo empregatício pode ser uma característica das pessoas atendidas em um serviço especializado ou do grupo estudado. Estas últimas podem se constituir fator de proteção relacionado ao uso. O perfil do grupo em estudo precisa ser comparado ao perfil do grupo que não interrompeu o tratamento para que inferências corretas sejam feitas.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/15127
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