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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/8202</link>
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    <pubDate>Tue, 05 May 2026 03:39:41 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-05T03:39:41Z</dc:date>
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      <title>Crianças no ambiente digital: riscos, oportunidades e repressão a ilícitos do mercado de atenção</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40088</link>
      <description>Título: Crianças no ambiente digital: riscos, oportunidades e repressão a ilícitos do mercado de atenção
Autor(es): Nascimento Júnior, Moacir Silva do
Primeiro Orientador: Cunha Júnior, Dirley da
Abstract: This research focuses on the risks associated with the main internet services accessed by Brazilian children, with an in-depth analysis of the technological and legal frameworks established through the terms of use and various policies of applications such as YouTube, TikTok, X, and Instagram. The study aims to demonstrate the applicability of Brazilian law in regulating the activities of companies that operate these services and to discuss strategies for the Justice System to increase the effectiveness of protective norms in light of omissions in fulfilling the duties prescribed by law and their own adhesion contracts. Through a bibliographic review and documentary research, the study addresses fundamental issues regarding the applicability of children's rights to legal situations involving the digital environment. It highlights code regulation, the attention economy, and the typology of risks, divided into the categories of content, conduct, contact, and contract. Furthermore, by also exploring international regulatory frameworks, the research suggests ways for the Justice System to tackle issues such as the inducement to consume alcoholic beverages, the promotion of smoking products among peers, the grooming of children by adults for sexual purposes, and the exploitation of children's artistic talents. It proposes that contractual provisions, called Terms of Service, Policies, or Community Guidelines, often used to justify the suppression of legitimate discourse in favor of business interests, can serve as a guide for the Justice System. This system, in its fundamental mission in democracies, should correct the conduct of individuals, companies, or institutions that do not observe the duty to respect fundamental rights.
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Tipo: Tese</description>
      <pubDate>Tue, 18 Jun 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40088</guid>
      <dc:date>2024-06-18T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Iatrogenia e responsabilidade civil no Direito Brasileiro: impactos sobre a responsabilização de médicos e hospitais</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/34316</link>
      <description>Título: Iatrogenia e responsabilidade civil no Direito Brasileiro: impactos sobre a responsabilização de médicos e hospitais
Autor(es): Pessoa, Camila Lemos Azi
Abstract: O presente trabalho analisa a disciplina da responsabilidade civil de médicos e&#xD;
hospitais no direito brasileiro em razão da iatrogenia. Inicia a análise abordando as&#xD;
variadas dimensões do tratamento de saúde, considerado enquanto direito,&#xD;
enquanto produto e enquanto ofício, tendo como norte as discussões sobre o poder&#xD;
médico, sobre a perspectiva da morte na modernidade e sobre as implicações&#xD;
bioéticas a serem observadas. Continua trazendo uma visão panorâmica sobre as&#xD;
regras gerais de responsabilidade civil, com ênfase nos modernos fundamentos para&#xD;
a responsabilização e na atual fluidez dos critérios para responsabilização e de&#xD;
responsabilidade civil dos médicos e hospitais, inclusive vinculados ao Poder&#xD;
Público, ressaltando a importância da natureza das obrigações assumidas no âmbito&#xD;
do tratamento de saúde para esta responsabilização, de meios ou de resultados.&#xD;
Continua abordando sobre a iatrogenia em si e sua correção com os fenômenos da&#xD;
medicalização da vida, da força simbólica da medicina, da tecnologização da&#xD;
sociedade e do incentivo à segurança do paciente, e delimita o conceito de&#xD;
iatrogenia para abranger apenas os danos decorrentes da atuação médica/hospitalar&#xD;
isenta de erro. Na sequência, defende que o que legitima os danos iatrogênicos&#xD;
previstos, que sempre ocorrem no curso do tratamento de saúde, é o consentimento&#xD;
do paciente/lesado, após prévio esclarecimento, e trata sobre as limitações à&#xD;
obtenção deste consentimento e ao fornecimento de informações no contexto&#xD;
clínico. Defende, ainda, que o que legitima os danos iatrogênicos previsíveis é a&#xD;
assunção dos riscos do tratamento pelo paciente, abordando a questão dos riscos&#xD;
inerentes ao empreendimento saúde e à concorrência entre os riscos assumidos&#xD;
pelo paciente e pelo hospital, cabendo a este a responsabilidade decorrente dos&#xD;
riscos extraordinários impostos ao paciente, com base na teoria do fortuito interno.&#xD;
Continua analisando a responsabilidade civil em razão de danos iatrogênicos&#xD;
decorrentes de medicamentos e produtos para a saúde em geral e conclui pela&#xD;
possibilidade de responsabilização do médico e do hospital por danos iatrogênicos&#xD;
tanto em razão de falhas no processo de obtenção do consentimento quanto em&#xD;
razão da imposição de riscos extraordinários ao paciente alheios àqueles inerentes&#xD;
ao próprio tratamento de saúde.; This paper analyzes the discipline of civil liability of doctors and hospitals in Brazilian law due to iatrogenesis. It begins the analysis by approaching the varied dimensions&#xD;
of health treatment, considered as a right, as a product and as a profession, having&#xD;
as a guide the discussions about medical power, about the perspective of death in&#xD;
modern times and about the bioethical implications to be observed. It continues to&#xD;
provide a panoramic view of the general rules of civil liability, with an emphasis on&#xD;
modern grounds for accountability and the current fluidity of the criteria for&#xD;
accountability, and of civil liability of doctors and hospitals, including those linked to&#xD;
the Public Power, stressing the importance the nature of the obligations assumed in&#xD;
the scope of health treatment for this accountability, means or results. It continues to address iatrogenesis itself and its correction with the phenomena of the&#xD;
medicalization of life, the symbolic strength of medicine, the technologization of&#xD;
society and the encouragement of patient safety, and delimits the concept of&#xD;
iatrogeny to cover only the damage resulting from the performance error free medical&#xD;
/ hospital care. In the sequence, he defends that what legitimizes the predicted&#xD;
iatrogenic damages, which always occur in the course of health treatment, is the&#xD;
consent of the patient / injured person, after previous clarification, and deals with the&#xD;
limitations to obtain this consent and the provision of information in the clinical&#xD;
context. It also defends that what legitimizes the foreseeable iatrogenic damages is&#xD;
the assumption of the risks of treatment by the patient, addressing the issue of risks&#xD;
inherent to the health enterprise and the competition between the risks assumed by&#xD;
the patient and the hospital, with the latter being responsible for the resulting of the&#xD;
extraordinary risks imposed on the patient, based on the theory of internal&#xD;
fortuitousness. It continues to analyze civil liability due to iatrogenic damage resulting&#xD;
from drugs and medical materials / equipment and concludes that the doctor and the&#xD;
hospital can be held responsible for iatrogenic damage both because of failures in&#xD;
the process of obtaining consent and because of the imposition of risks extraordinary&#xD;
to the patient, unrelated to those inherent to the health treatment itself.; Cet article analyse la discipline de la responsabilité civile des médecins et des&#xD;
hôpitaux en droit brésilien en raison de l'iatrogénèse. Il débute l'analyse en abordant&#xD;
les dimensions variées du traitement de santé, considéré comme un droit, comme&#xD;
produit et comme profession, en ayant pour guide les discussions sur le pouvoir&#xD;
médical, sur la perspective de la mort dans les temps modernes et sur les&#xD;
implications bioéthiques pour être observé. Il continue de fournir une vue&#xD;
panoramique des règles générales de la responsabilité civile, en mettant l'accent sur&#xD;
les motifs modernes de responsabilité et la fluidité actuelle des critères de&#xD;
responsabilisation, et de la responsabilité civile des médecins et des hôpitaux, y&#xD;
compris ceux liés au public. Pouvoir, soulignant l'importance de la nature des&#xD;
obligations assumées dans le cadre du traitement de santé pour cette responsabilité,&#xD;
moyens ou résultats. Il continue d'aborder l'iatrogénèse elle-même et sa correction&#xD;
avec les phénomènes de médicalisation de la vie, la force symbolique de la&#xD;
médecine, la technologisation de la société et l'encouragement à la sécurité des&#xD;
patients, et délimite le concept d'iatrogénie pour ne couvrir que les dommages&#xD;
résultant de la performance. soins médicaux / hospitaliers sans erreur. Dans la&#xD;
séquence, il défend que ce qui légitime les dommages iatrogènes prévus, qui se&#xD;
produisent toujours au cours d'un traitement de santé, est le consentement du patient&#xD;
/ blessé, après clarification préalable, et traite des limites pour obtenir ce&#xD;
consentement et la disposition d'informations dans le contexte clinique. Elle défend&#xD;
également que ce qui légitime les dommages iatrogènes prévisibles est la prise en&#xD;
charge des risques de traitement par le patient, abordant la question des risques&#xD;
inhérents à l'entreprise de santé et la concurrence entre les risques assumés par le&#xD;
patient et l'hôpital, ce dernier étant responsable de la résultante des risques&#xD;
extraordinaires imposés au patient, sur la base de la théorie du fortuit interne. Il&#xD;
continue d'analyser la responsabilité civile pour les dommages iatrogènes résultant&#xD;
de médicaments et de matériels / équipements médicaux et conclut que le médecin&#xD;
et l'hôpital peuvent être tenus responsables des dommages iatrogènes à la fois en&#xD;
raison d'échecs dans le processus d'obtention du consentement et en raison de&#xD;
l'imposition de risques extraordinaires. au patient, sans rapport avec ceux inhérents&#xD;
au traitement de santé lui-même.
Tipo: Tese</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/34316</guid>
      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O estupro como instrumento de poder e o equívoco da ação penal pública incondicionada para os crimes sexuais.</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32260</link>
      <description>Título: O estupro como instrumento de poder e o equívoco da ação penal pública incondicionada para os crimes sexuais.
Autor(es): Santos, Natália Petersen Nascimento
Abstract: O delito de estupro, na legislação brasileira, já foi submetido aos três tipos de ação penal previstos pelo referido ordenamento jurídico. Inicialmente o delito era processado através da ação penal privada, tornando-se de ação penal pública condicionada com a alteração promovida pela Lei nº 12.015/09, vindo, então, a se transformar em delito de ação penal pública incondicionada com a publicação da Lei nº 13.718/18. O problema reside no fato de que, neste tipo de ação, o titular do bem jurídico não possui qualquer poder relacionado ao processamento do crime e ainda fica vinculado compulsoriamente à persecução criminal, na condição de meio de prova. Com isso, a vítima se submete ao doloroso processo de vitimização secundária produzido pelas instâncias formais e informais de poder, agravando, o estereótipo social de passividade e vulnerabilidade construído em torno do gênero feminino. Partindo da premissa de que o estupro consiste em um delito de poder e que tal modelo de ação penal desrespeita a autonomia individual da vítima, o presente trabalho busca analisar a coerência e o acerto da referida modificação, suscitando a hipótese de que a mesma constitui medida desfavorável ao reconhecimento e fortalecimento da autonomia feminina, além de consistir em mecanismo ineficiente no combate de tais delitos.; El delito de violación según la ley brasileña ya ha sido sometido a los tres tipos de acción penal previstos por el sistema legal antes mencionado. Inicialmente, el delito se procesó mediante un proceso penal privado, convirtiéndose en una acción penal pública condicional a la enmienda promovida por la Ley n° 12.015/09, y finalmente se convirtió en un delito penal público incondicional con la publicación de la Ley nº. 13.718 /18. El problema radica en el hecho de que, en este tipo de acción, el titular de la propiedad legal simplemente no tiene poder relacionado con el enjuiciamiento del delito y todavía está vinculado obligatoriamente al enjuiciamiento penal, como medio de prueba. Así, la víctima sufre el doloroso proceso de victimización secundaria producido por las instancias formales e informales del poder, agravando aún más el estereotipo social de pasividad y vulnerabilidad construido alrededor del género femenino. Basado en la premisa de que la violación es un crimen de poder y que tal modelo de acción criminal viola la autonomía individual de la víctima, este artículo busca analizar la coherencia y corrección de dicha modificación, planteando la hipótesis de que constituye una medida. desfavorable para el reconocimiento y fortalecimiento de la autonomía femenina, además de ser un mecanismo ineficiente para combatir tales crímenes.; Das nach brasilianischem Recht begangene Vergewaltigungsverbrechen war bereits den drei in der genannten Rechtsordnung vorgesehenen Arten von Straftaten unterworfen worden. Ursprünglich wurde es einer Privatstrafklage unterworfen, die unter der Bedingung einer durch das Gesetz 12.015 /09 geförderten Änderung zu einer öffentlich-rechtlichen Straftat mit der Veröffentlichung des Gesetzes 13.718 /18 wurde. Es stellt sich heraus, dass das System jeder Art von Straftat dem Inhaber des beleidigten Eigentums einen Freiheitsgrad in Bezug auf die Strafverfolgung einräumt, der im Fall von bedingungslosen öffentlichen Handlungen völlig null ist. Dies impliziert die Verpflichtung des Opfers, sich der schmerzhaften sekundären Viktimisierung zu unterwerfen, die durch formelle und informelle Machtinstanzen hervorgerufen wird, und das soziale Stereotyp der Passivität und Verletzlichkeit, das auf dem weiblichen Geschlecht beruht, zu verschärfen, auch wenn dies nicht gewollt ist. Ausgehend von der Prämisse, dass Vergewaltigung ein Verbrechen der Macht ist und dass ein solches Modell der strafrechtlichen Verfolgung die Autonomie des Opfers verletzt, wird versucht, die Kohärenz und Richtigkeit einer solchen Änderung zu analysieren und die Hypothese aufzustellen, dass es sich um eine Maßnahme handelt. ungünstig für die Anerkennung und Stärkung der Autonomie von Frauen, die ineffizient im Kampf gegen solche Verbrechen handeln.
Tipo: Tese</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/32260</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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