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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/35660</link>
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    <pubDate>Sun, 03 May 2026 03:57:38 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-03T03:57:38Z</dc:date>
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      <title>FLORA DA BAHIA: TRIBO MERIANIEAE (MELASTOMATACEAE)</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19299</link>
      <description>Título: FLORA DA BAHIA: TRIBO MERIANIEAE (MELASTOMATACEAE)
Autor(es): Fagundes, Marúcia
Abstract: A família Melastomataceae é bastante representativa, principalmente na região Neotropical, no Brasil é a sexta maior família dentre as Angiospermas. Com alta diversidade vegetal estimada e pouco estudada, a Bahia abrange cerca de 6,6% do território brasileiro com uma boa representatividade de quase todos os ecossistemas existentes no país. Em vista disso, nos últimos anos, através do Projeto Flora da Bahia, monografias vem sendo publicadas com o objetivo de atualizar os dados da diversidade vegetal no estado. A família Melastomataceae por ser muito diversa no estado será publicada parcialmente e este trabalho apresenta a monografia da tribo Merianieae para o estado, esta tribo é caracterizada principalmente pela forma cilíndrica ou angulosa das cápsulas e estames dimorfos, geralmente desiguais no tamanho, com conectivo não prolongado abaixo das anteras, às vezes inconspicuamente prolongado, com apêndice dorsal, raramente inapendiculado. A tribo está representada na Bahia por oito espécies distribuídas em cinco gêneros, todas as espécies são de Mata Atlântica, algumas podendo ser encontradas também em outros biomas, como Amazônia, Cerrado e Caatinga. O gênero com maior representatividade foi Huberia DC., com três espécies, seguido por Meriania Sw. com duas espécies e Adelobotrys DC., Graffenrieda DC. e Merianthera Kuhlm., com apenas uma espécie cada. Todos os táxons têm suas folhas, frutos e estames (que são importantes caracteres taxonômicos) ilustrados, descritos, sendo apresentados chave para identificação das espécies ocorrentes na Bahia e mapas de distribuição geográfica.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
      <pubDate>Wed, 25 May 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2016-05-25T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Similaridade das proteínas trans-sialidase-like e análise da expressão gênica através de est no gênero trypanosoma</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19246</link>
      <description>Título: Similaridade das proteínas trans-sialidase-like e análise da expressão gênica através de est no gênero trypanosoma
Autor(es): Sousa, Jordânia
Abstract: Tripanossomíases são doenças parasitárias causadas por espécies do gênero Trypanosoma, dentre elas estão doença de Chagas, causada pelo T. cruzi, e a doença do sono causada pelo T. brucei, infectando milhões de pessoas e causando a morte de milhares todos os anos nas Américas e África. A família trans-sialidase de T. cruzi é muito estudada e caracterizada, enquanto nas espécies relacionadas é pouco estudada e necessita uma melhor caracterização. Análises in silico para sequências de trans-sialidase para endereçamento proteico envolvendo hidrofobicidade, predição de regiões transmembranas e busca por peptídeo sinal e ancoramento GPI mostraram que todas as sequências analisadas têm sinais para endereçamento para a membrana. Análise filogenética evidenciou dois grandes grupos, separando sequências trans-sialidases de T. cruzi (SAPA, TCNA e TSepi) mais sequências similares a trans-sialidases de T. rangeli, T. brucei, T. congolense, T. vivax, T. evansi e T. carassii (grupo I), e outro grupo (grupo II) formado com as sequências referências TcSII-VIII de T. cruzi e mais duas sequências de T. rangeli que são similares às sequências do grupo TcSII. Acreditamos que as sequências de T. rangeli similares a TcSII apresentam ancestralidade comum antes da divisão das duas espécies. Análises de expressão, através de sequências recuperadas do dbEST, detectaram genes similares a trans-sialidases expressos em T. cruzi (epimastigota, amastigota e tripomastigota), T. brucei (forma sanguínea) e T. congolense (epimastigota, metacíclica, procíclica e forma sanguínea). Esses resultados mostram que os genes trans-sialidases apresentam expressão variável entre espécies e entre os estágios de desenvolvimento.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
      <pubDate>Mon, 23 May 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19246</guid>
      <dc:date>2016-05-23T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Flora da Bahia: contribuição ao conhecimento das melastomeae (melastomataceae)</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19242</link>
      <description>Título: Flora da Bahia: contribuição ao conhecimento das melastomeae (melastomataceae)
Autor(es): Oliveira, Pâmela Novais
Abstract: A família Melastomataceae apresenta ampla distribuição geográfica e grande diversidade de espécies. No Brasil, ocorrem 67 gêneros e mais de 1.300 espécies, distribuídas por todo o país em praticamente todas as formações vegetacionais. A tribo Melastomeae se caracteriza por apresentar indivíduos com hábito herbáceo a arbustivo, estame com conectivo prolongado na face ventral, geralmente apendiculado, ápice do ovário com coroa de tricomas persistentes e fruto capsular com sementes cocleadas a subcocleadas. Este estudo teve como objetivo realizar um levantamento florístico das espécies de Acisanthera P. Browne, Comolia DC., Desmoscelis Naudin, Macairea DC., Nepsera Naudin e Tibouchinopsis Markgr. (Melastomeae, Melastomataceae) para o estado da Bahia, Brasil. O trabalho baseou-se em materiais herborizados, depositados nos principais herbários da Bahia e outros herbários com materiais provenientes desta região. Foram reconhecidas cinco espécies de Acisanthera, duas de Comolia, duas de Tibouchinopsis, além de uma espécie de cada um dos gêneros Desmoscelis, Macairea e Nepsera. Dentre as espécies, Acisanthera limnobios Triana consiste em um novo registro para a Bahia e Tibouchinopsis glutinosa Markgr. e T. mirabilis Brade &amp; Markgr. são espécies de distribuição muito restrita, endêmicas de Morro do Chapéu, região Norte da Chapada Diamantina. São apresentadas chave de identificação, descrições e comentários taxonômicos para os gêneros e espécies, além de ilustrações e mapas de distribuição geográfica para as espécies no Estado.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
      <pubDate>Mon, 23 May 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19242</guid>
      <dc:date>2016-05-23T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação de parasitas gastrointestinais da avifauna silvestre mantidas em cativeiro no centro de triagem de animais silvestres em Vitória da Conquista, Bahia</title>
      <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19235</link>
      <description>Título: Avaliação de parasitas gastrointestinais da avifauna silvestre mantidas em cativeiro no centro de triagem de animais silvestres em Vitória da Conquista, Bahia
Autor(es): Oliveira, Vinícius de Jesus
Abstract: São inúmeras as consequências do comércio ilegal de animais silvestres, um deles é o problema sanitário, pois são vendidos pelos comerciantes ilegais sem nenhum tipo de técnicas de manejo adequado. O stress oriundo dos procedimentos de manejo durante o tráfico de animais silvestres deixam os animais com uma saúde debilitada, diminui a atuação do sistema imunológico, podendo causar ou intensificar diversas doenças como infecções parasitárias. Deste modo, as enfermidades parasitárias estão entre as mais frequentes, podendo ser assintomáticas ou desencadeando varias infecções subclínica, que não tratadas adequadamente podem levar animal a óbito. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo a avaliação de parasitas gastrointestinais de aves em cativeiro recepcionadas pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) em Vitória da Conquista - Bahia e identificação das aves mais parasitárias. Duas técnicas foram realizadas: a Direta e a de Sedimentação Espontânea, avaliando 112 animais em três repetições. Os resultados encontrados demostram que no trinca-ferro (Saltator similis) 100% das amostras foram positivas para Coccídeos. Nos Periquitos (Eupsittula cactorum), o parasita mais encontrado foi a Capillaria sp., totalizando 91,66% .Nas Araras-Canindé (Ara ararauna) 11,90% de Ascaridia galli., em Papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva) foi observado 52,92% das amostras parasitado por Capillaria sp. Nos Tucanos-Toco (Ramphastos toco) foram encontrados Coccídeos em 16,66%. Nos Gaviões-Carcarás (Caracara plancus) foram encontrados 16,66% das amostras com Capillaria sp. Nas Corujas Buraqueira (Athene cunicularia) e Seriemas (Cariama cristata) foram observados um parasitismo por Coccideos com 75% e 8,33% das amostras, respectivamente. Desta forma foi possível identificar que os animais silvestres são reservatórios de doenças parasitárias algumas delas zoonoses, representando um risco à propagação de patógenos aos seres humanos, aos animais domésticos e também a outros animais silvestres, além de trazer riscos para a própria sanidade individual de representantes da avifauna brasileira. Portanto se fazem necessários métodos coproparasitológicos, para observar e identificar esses parasitas, e saber qual método de manejo ou tratamento adequado para cuidar dessas aves parasitadas.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
      <pubDate>Fri, 20 May 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/19235</guid>
      <dc:date>2016-05-20T00:00:00Z</dc:date>
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