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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>Mapa do zoneamento do sistema aquífero Urucuia-SAU na Bahia, baseado no Tempo de Retardo Médio (TRM).</title>
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    <description>Título: Mapa do zoneamento do sistema aquífero Urucuia-SAU na Bahia, baseado no Tempo de Retardo Médio (TRM).
Autor(es): Gonçalves, Mário Jorge de Souza; Reis, Simony Lopes da Silva
Abstract: O Tempo de Retardo Médio (TRM) é o tempo no qual as precipitações pluviais médias, de uma determinada região, interferem nas vazões médias de jusante, de uma determinada estação fluviométrica, numa bacia hidrográfica, num determinado período. Desta maneira é possível classificar as bacias hidrográficas em dois Tipos, o Tipo 1 com tempo retardo médio &lt; 30 dias e o Tipo 2 com tempo de retardo médio ≥ 30 dias. A classificação de bacias hidrográficas do Tipo 1 e 2 é baseada nos fatores intervenientes Climáticos e Fisiográficos do escoamento superficial, como: a) Climáticos: intensidade e duração das precipitações; condições antecedentes; frequência e intensidade de precipitações; e b) Fisiográficos: área da bacia, forma, tipo de vegetação, permeabilidade, geologia, capacidade de infiltração, topografia e existência de obras hidráulicas na bacia (barragens, retificações, etc...). Na classificação de bacias proposta comparamos os maiores valores de precipitação média com os maiores valores de vazão média para se avaliar o tempo de retardo médio, uma vez que as maiores vazões sofrem uma menor influencia de barragens e outras obras na bacia. Na área de estudo, Sistema Aquífero Urucuia – SAU, no estado da Bahia, foram avaliadas as sub-bacias hidrográficas dos rios Carinhanha, Arrojado e Correntina (tributários do rio Corrente) e Grande (além do rio Preto, tributário do rio Grande, e o rio Sapão, tributário do rio Preto) todos pertencentes à bacia hidrográfica do rio São Francisco. Neste estudo teve como resultados que o rio Carinhanha é uma drenagem do Tipo 1 (TRM &lt; 30 dias) e que os rios Arrojado,  Correntina, Grande, Preto e  Sapão são Drenagens do Tipo 2 (TRM  ≥ 30 dias), sendo que os rios Grande e Preto possuem TRM  ≥ 60 dias e o rio Sapão  ≥ 90 dias. Desta maneira se observa que existe um zoneamento no qual o tempo de retardo médio (TRM) aumenta de Sul para Norte no Sistema Aquífero Urucuia-SAU, no estado da Bahia.
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Tipo: Outros</description>
    <dc:date>2019-05-29T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise quantitativa das vazões da sub-bacia do Rio Sapão</title>
    <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/30790</link>
    <description>Título: Análise quantitativa das vazões da sub-bacia do Rio Sapão
Autor(es): Santos, Daíse Araújo dos; Gonçalves, Mário Jorge de Souza; Torres, Antônio Puentes
Abstract: Essa sub-bacia localiza-se no Município de Formosa do Rio Preto-BA, entre os paralelos - 10° 09’ 49,09”S; -11° 19’ 38,18”S e meridianos 45° 16’ 21,82”O; 46° 37’ 38,18”O, com área de 9.651,2 km² (GONÇALVES, no prelo), sendo o rio Sapão tributário do rio Preto e pertencente ao Sistema Aquífero do Urucuia e a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. Este trabalho objetiva reunir informações hidrológicas a fim de promover uma melhor gestão desses recursos, visto que essa sub-bacia tem sido alvo da expansão agrícola com o uso da cultura irrigada, o que gerou mudanças significativas em suas características físicas. Assim, foi realizada a avaliação quantitativa do rio Sapão através da metodologia de tratamento de dados de vazão e precipitação de Gonçalves (2018), produzindo gráficos que possibilitam caracteriza-lo. Desta forma, identificou-se que o rio Sapão tem tempo de retardo médio ≥ 30 dias, mais especificamente ≥ 90 dias, configurando-se como uma bacia do tipo 2 conforme Gonçalves (no prelo), além de curvas de permanência que demonstram que essa sub-bacia possui vazões bem distribuídas ao longo do ano. Neste estudo ainda registrou-se uma redução das vazões máximas (6,53%) e mínimas (25,61%) do período de 1977 a 1997 para o de 1998 a 2018. Ademais, verificou-se uma sequência de 10 anos hidrológicos deficitários (2000 a 2009) que julga-se estarem associados ao uso da água, intensificado pela expansão agrícola que ocorre na região, uma vez que, as precipitações estão em torno da média nesse período.
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Tipo: Artigo de Evento</description>
    <dc:date>2019-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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